Prefiro rosas, meu amor, à pátria, E antes magnólias amo Que a glória e a virtude.
Logo que a vida me não canse, deixo Que a vida por mim passe Logo que eu fique o mesmo.
Que importa àquele a quem já nada importa Que um perca e outro vença, Se a aurora raia sempre,
Se cada ano com a Primavera As folhas aparecem E com o Outono cessam? E o resto, as outras coisas que os humanos Acrescentam à vida, Que me aumentam na alma?
Nada, salvo o desejo de indiferença E a confiança mole Na hora fugitiva.
4 comentários:
umas mais que outras
Pois, mas ainda assim, todas inúteis.
:)
completamente... valia mais estar na taberna a despejar uns belos tintos acompanhados por tremoços
Grande ideia! Vou propor isso da próxima vez.
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