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22 de agosto de 2012

A solução de todos os problemas



Ainda em modo de férias, embora já tenham acabado...

1 de fevereiro de 2011

Sinais dos tempos

29 de janeiro de 2011

21 de janeiro de 2011

Apresento-vos Luke...

... o Professor do Ano! Professores que por aqui passam, aprendam a técnica.


Modern Family, uma das melhores comédias actuais.

17 de janeiro de 2011

Sheldon, claro, quem mais?

"Jim Parsons, foi reconhecido pela sua interpretação em «The Big Bang Theory», na corrida das séries de comédia ou musicais." (no Sapo)


Uma pequena amostra, aqui.

9 de dezembro de 2010

Uma canção de Natal por dia... oops, afinal não!

Era para ser a cantiga, mas depois lembrei-me desta história. Para animar o dia cinzento e não dizerem que só aqui ponho os cómicos estrangeiros de fora, aqui ficam três dos melhores nacionais: Herman José, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme.



Eu a trabalhar e este ou tá estendido, ou está deitado. Quer dizer... Podia ir fazer um café, mugir a vaquinha, dar palha à burra... Não! Ou tá estendido, ou está deitado. Se não está deitado, está estendido!

8 de dezembro de 2010

Apresento-vos o Messias, o tal que está quase, quase a fazer anos...

...que afinal não o é! São os Monty Python como nunca antes vistos.



Ao vivo, a cores e a comemorar 40 anos de existência, acompanhados por orquestra e coro e tudo! Chama-se Not the Messiah (He's a Very Naughty Boy) e tenho mesmo de comprar o DVD disto. 

[Ou alguém pode oferecer-mo no Natal, por exemplo, é só uma sugestão...]

7 de dezembro de 2010

Agora sem fios...


recebido por e-mail.

19 de novembro de 2010

Apresento-vos o velho Sheldon...

...ou será o novo?



The Big Bang Theory. Nunca imaginei que a física pudesse ser tão divertida!

17 de novembro de 2010

Apresento-vos o verdadeiro Gato Fedorento...

...na voz da grande Phoebe Buffay!



Friends. Ando com vontade de rever as 10 temporadas - pela quarta vez, se não estou em erro...

12 de novembro de 2010

Apresento-vos Basil Fawlty...

...e o incrível Manuel. Qué?




Fawlty Towers: outro clássico, este com o magnífico John Cleese.

11 de novembro de 2010

Aqui não acontece nada

Rick Kirkman & Jerry Scott, Baby Blues 26 - A Desordem Natural das Coisas

Apresento-vos o Dr. House...

...antes de estudar medicina.



Black Adder: provavelmente, uma das melhores séries cómicas de todos os tempos.

10 de novembro de 2010

Espécie em vias de extinção

Rick Kirkman & Jerry Scott, Baby Blues 26 - A Desordem Natural das Coisas

24 de outubro de 2010

Para vossa segurança

16 de outubro de 2010

Económico e ecológico

14 de outubro de 2010

Finalmente, a verdade!

Tirado daqui.

23 de setembro de 2010

Se o Facebook existisse há mais tempo

Encontrei isto aqui e não resisti a partilhar.

 

9 de abril de 2010

Discworld

Descobri esta série de livros há uns anos. Não conhecia Terry Pratchett, o autor, nem o universo, nem a mitologia subjacente. Mas assim que comecei a ler o primeiro livro (The Colour of Magic) nunca mais consegui parar. A primeira dificuldade foi encontrar todos os livros em Portugal – no original, porque nem sequer existiam traduções. E já havia pelo menos uns 15 editados. Entre o Amazon.co.uk e a Fnac, lá consegui comprar o que havia. E li tudo de seguida. Depois, foi a espera pelos novos livros da série. Felizmente, consegui lê-los todos, faltando-me apenas o mais recente (The Unseen Academicals), porque ainda não saiu em livro de bolso. E pelo caminho converti alguns amigos a esta série. :-)


Para quem não conhece, um resumo muito simplificado: tudo se passa num universo paralelo ao nosso – e reflexo do nosso. Só que o mundo não é redondo, é plano; não gira à volta do Sol, mas vagueia pelo espaço assente nas costas de quatro elefantes que, por sua vez, estão sobre a carapaça de uma tartaruga gigante - a Great A'Tuin. A cidade principal é Ankh-Morpork e aí encontramos todas as raças e espécies fantásticas que possamos imaginar: humanos, anões, trolls, dragões, bruxas, feiticeiros, golems… entre muitos outros, criados consoante as necessidades narrativas. (É verdade que se nota a influência de Tolkien, mas que livro passado num universo fantástico não revela essa influência?) As histórias prendem-nos pelo humor e pela sátira a todos os usos e costumes da sociedade moderna. A religião, a política, a polícia, o ensino, a ciência, a economia, a organização social – tudo, mas mesmo tudo, é um reflexo distorcido da realidade do mundo ocidental que conhecemos.

Great A'Tuin

As personagens são qualquer coisa de extraordinário. Embora algumas apareçam apenas em determinado livro, outras há que são recorrentes, dando mesmo origem a mini-séries dentro do Discworld. É o caso das bruxas, por exemplo, ou da polícia. Mas para mim, a melhor personagem, é a Morte. Até agora, aparece em todos os livros, sem excepção. Fisicamente, tem o aspecto habitual: um esqueleto com uma capa negra e uma foice. Fala sempre em letras maiúsculas. Tem um cavalo branco chamado “Binky”. Tem uma filha adoptiva (Ysabell) e uma neta (Susan). A certa altura, tem de fazer o trabalho do Hogfather (correspondente ao Pai Natal). E tem, principalmente, o melhor sentido de humor de todas as personagens.

Death

Por todas estas razões, e outras que não cabem agora aqui, recomendo vivamente que leiam pelo menos um livro desta série. Agora até já há alguns traduzidos em português.