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15 de junho de 2012

Sentido de oportunidade

Do realizador responsável pela cobertura em directo das Marchas de Lisboa na noite de Santo António. De cada vez que fazia um grande plano de um(a) marchante, calhava apanhá-lo(a) de boca escancarada a gritar cantar. Sem dentes. Todos. Extraordinário. Eu, no lugar dele, ia a correr apostar no Euromilhões...

10 de março de 2011

Quem Quer Ser Milionário à Pressão

- Eu acho que sei, mas como não faço a mínima ideia, vou passar!

Estudante de Ciências da Comunicação, actualmente no 2º ano do curso, ou seja, pré-finalista. Ou a prova de que o futuro do jornalismo em Portugal está assegurado.

4 de março de 2011

A margem é boa!

Vejo frequentemente o fim do Preço Certo enquanto espero que comece o Telejornal. Pronto, adiante. Normalmente, está já na fase em que o concorrente final tem de dizer quanto custa o conjunto de electrodomésticos, móveis, computadores, viagem, carro e rebuçados que poderá ter a infelicidade de levar para casa (pergunto-me sempre o que aquela gente vai fazer ao sofá ou à mesa de jantar, partindo do princípio que não moram dentro de quatro paredes vazias). Por entre os gritos do público que vão de "Dez!" a "Trinta e cinco!", parece que o carismático apresentador vai dando umas ajudas. Confesso que, sempre que vejo, não percebo as ajudas. E considero-me minimamente inteligente, mas talvez a minha inteligência não atinja o nível dos concorrentes que lá vão. Seja como for, ontem assisti a um diálogo que me pareceu surreal. A concorrente queixava-se que o apresentador não a tinha ajudado e ele retorquia que sim, e já lhe ia mostrar como! Suspense enquanto aparece no ecrã o valor total do prémio... Quinze mil euros e uns trocos. A senhora tinha apostado muito menos e nem com a margem boa lá chegou. Perdeu, portanto. E justifica-se o apresentador:

- Eu não lhe disse que o avião parte às três?
- Sim...
- E às três são que horas? Não são quinze?!?

Não sei como ela não conseguiu perceber esta dica...

21 de janeiro de 2011

Apresento-vos Luke...

... o Professor do Ano! Professores que por aqui passam, aprendam a técnica.


Modern Family, uma das melhores comédias actuais.

17 de janeiro de 2011

Sheldon, claro, quem mais?

"Jim Parsons, foi reconhecido pela sua interpretação em «The Big Bang Theory», na corrida das séries de comédia ou musicais." (no Sapo)


Uma pequena amostra, aqui.

16 de dezembro de 2010

Indispensável no Natal

Não vou falar do bolo-rei, nem dos sonhos, nem sequer das azevias de grão ou do bacalhau. Das canções também não vale a pena, acho que já perceberam que não as dispenso. Poderia falar dos filmes que se repetem todos os anos na televisão (acreditam que nunca vi o Música no Coração inteirinho, até ao fim?), das prendas e da árvore de Natal, das decorações, da confusão na cidade, da reunião da família e dos jantares com os amigos. Tudo isto é indispensável no meu Natal, mas não é disso que quero falar.

Para mim, e não estou alcoolizada nem sob o efeito de qualquer substância menos legal capaz de alterar as capacidades cognitivas, indispensável na época que atravessamos é (segurem-se!) o Natal dos Hospitais.

[pequena pausa para se recomporem... trá-lá-lá, trá-lá-lá... já está? avancemos!]

Mas não é qualquer um! O único, o original, o melhor (?!?) é o da RTP. Os outros não passam de imitações baratas e recuso-me a ver um minuto sequer.

E perguntam vocês, caros leitores: Como é possível, Tulipa Negra, tu que tens esse bom gosto tão refinado, moça culta e viajada, como é possível gostares de ver o Natal dos Hospitais?

Pois, eu também gostava de saber... A verdade é que desde sempre me habituei a ver aquele programa em directo que começa logo de manhã e só termina na hora do Telejornal, primeiro no Porto, depois em Lisboa, primeiro com os artistas perfeitamente desconhecidos de quem nunca se ouviu falar, depois, à medida que se aproxima a hora nobre, vão aparecendo os mais conhecidos, culminando com a actuação mais ansiada por todos os doentes: Tony Carreira! (Querem apostar? Vão ver este ano!)

Ficam mais descansados se vos disser que não consigo ver o programa todo? Nem quero! Mas tenho de ver nem que seja só a última meia hora. Na verdade, para mim, o Natal só é Natal depois de ouvir o Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras a fechar a emissão do Natal dos Hospitais. É já hoje!

8 de dezembro de 2010

Apresento-vos o Messias, o tal que está quase, quase a fazer anos...

...que afinal não o é! São os Monty Python como nunca antes vistos.



Ao vivo, a cores e a comemorar 40 anos de existência, acompanhados por orquestra e coro e tudo! Chama-se Not the Messiah (He's a Very Naughty Boy) e tenho mesmo de comprar o DVD disto. 

[Ou alguém pode oferecer-mo no Natal, por exemplo, é só uma sugestão...]

19 de novembro de 2010

Apresento-vos o velho Sheldon...

...ou será o novo?



The Big Bang Theory. Nunca imaginei que a física pudesse ser tão divertida!

17 de novembro de 2010

Apresento-vos o verdadeiro Gato Fedorento...

...na voz da grande Phoebe Buffay!



Friends. Ando com vontade de rever as 10 temporadas - pela quarta vez, se não estou em erro...

12 de novembro de 2010

Apresento-vos Basil Fawlty...

...e o incrível Manuel. Qué?




Fawlty Towers: outro clássico, este com o magnífico John Cleese.

11 de novembro de 2010

Apresento-vos o Dr. House...

...antes de estudar medicina.



Black Adder: provavelmente, uma das melhores séries cómicas de todos os tempos.

Publicidade aqui não, obrigada

Estava ontem a ver o programa “Condenados”, na SIC, por sinal bastante interessante, quando, sem mais nem menos e principalmente sem qualquer importância para a reportagem, a jornalista diz que ficou hospedada na Albergaria X e vai de mostrar a placa com o nome, a recepção, o quarto, tal e qual como se de um programa de turismo se tratasse. A certa altura, pensei até que teria havido um qualquer problema com a edição do programa e teriam misturado uma parte do “Boarding Pass” por engano. Mas não, falava-se de homicídio e adultério, não de monumentos e restaurantes. E nem sequer era num local recôndito do Portugal profundo, não. Estamos a falar da zona de Coruche, a menos de uma hora de Lisboa, pelo que a estadia no local até nem se justificava.

Depreendo, portanto, que a crise também já chegou às reportagens da televisão.

7 de novembro de 2010

Quando não há nada melhor que fazer a um sábado à noite

É impressão minha ou a Operação Triunfo bate os Ídolos para aí por uns 10 a 0? 

Nem sequer falo da qualidade dos concorrentes ou da simpatia do júri, mas em termos de espectáculo de entretenimento não tem comparação. Ao menos percebe-se onde a RTP gasta os euros do contribuintes.

6 de novembro de 2010

Durante as férias dos vampiros...

...tenho a companhia dos zombies. É preciso é gente que morre mas não se conforma com isso para animar o serão!


E pela amostra, vale a pena.

22 de setembro de 2010

Uma coisa sem importância nenhuma

Habituei-me há muitos anos a ter a televisão ligada no Telejornal à hora do jantar - mau gosto, bem sei, que a maior parte das notícias tiram o apetite a qualquer um e eu nem sequer faço dieta, desse ponto de vista até poderia ser útil. Adiante. Mas na última semana, para poder ver o Telejornal, tenho de ligar o aparelho na RTP África, porque os outros canais generalistas e de notícias (entre outros) continuam de férias lá no satélite onde a minha parabólica se recusa a ir buscá-los. Pois bem, ontem, antes do Telejornal que dá em simultâneo com a RTP (a normal, a da Alameda das Linhas de Torres ou lá de onde transmitem agora aquela coisa), passava um noticiário de África. Fiquei a saber que agora em Cabo Verde é possível fazer consultas de cardiologia pediátrica e fetal por telemedicina com o Hospital Pediátrico de Coimbra. Óptima notícia, sem dúvida, porque evita deslocações, ganha-se em tempo, etc. (a notícia completa está aqui). A certa altura na reportagem, mostram uma dessas consultas a decorrer. Um médico em Coimbra, em frente a um monitor, observa o coração de uma criança de 6 anos e diz qualquer coisa como "esta menina tem aqui um canal XPTO (lenga-lenga científica que ninguém entende) que tem de ser laqueado". Tudo bem. E logo de seguida, com o ar mais natural do mundo: "Diz aí à mãe que está aí ao lado que isto é uma coisa sem importância nenhuma". Pois, deve ser. Para o médico. A mãe é que é capaz de não achar…

Se quiserem, podem ver o vídeo aqui, mais ou menos aos 15 minutos de emissão.

21 de setembro de 2010

As legendas da raposa


Inglês: The body was found by Pier 7.
Português: O corpo foi encontrado por Pierre Seven.

Bem sei que há coisas com que embirro que, ao comum dos mortais, parecem mesquinhices. E talvez sejam, não digo que não, mas é mais forte do que eu. Por exemplo, incomoda-me ler um texto mal escrito, com erros ortográficos (ou outros, mas estes perturbam-me especialmente). Por mais interessante que seja o assunto, por mais estruturadas que estejam as ideias, para mim perde o interesse assim que vejo um "tive" quando devia ser "estive". Da mesma forma, não suporto ver más legendas na televisão ou no cinema (raramente as leio, de qualquer forma). E por esta altura estão a dizer que todas as legendas são uma porcaria. Não é verdade. Há até algumas legendagens muito boas, bem feitas, com soluções inteligentes para certas peculiaridades da língua de que se está a traduzir. Além de que legendar não é só traduzir (como se traduzir fosse "só" qualquer coisa, mas isso fica para outra altura). Há que ter em conta determinadas regras e constrangimentos que não se colocam em outros tipos de tradução, como o espaço disponível e o tempo que demora a ler cada frase. O comum dos mortais não sabe, nem tem de saber, destas coisas, mas se o soubesse talvez pensasse duas vezes antes de criticar a legenda que acabou de ler.

Apesar de tudo isto, há algumas legendagens que são, simplesmente, ridículas - e inadmissíveis. Não há explicação possível, ainda que gostasse de ouvir o que o tradutor teria a dizer... A frase que coloquei no iníco é disso um exemplo: este Domingo à noite, no canal Fox, passava um episódio da série Fringe. Mesmo no início, aparece um morto e ouve-se uma locutora da televisão dizer "The body was found by Pier 7". Eu ouvi, mesmo sem estar a olhar para a televisão. E percebi à primeira. Calhei olhar para o ecrã no momento em que aparecia a legenda: "O corpo foi encontrado por Pierre Seven".

Que dizer a isto? Que o tradutor não sabe que a preposição "by" não significa sempre "por"? É tão básico, que não posso acreditar... Que o tradutor não reviu sequer a tradução que fez? Também não me parece possível, lá está, de tão básico que é. Que não houve mais ninguém a rever a tradução? Já será mais provável, embora não devesse acontecer. Que o tradutor não conhece a palavra "pier", parecendo-lhe mais normal tratar-se de um nome francês numa série americana? É tão estranho que nem merece comentários. E por último, mas não menos importante: quem é o Pierre que encontrou o corpo e não apareceu mais no episódio todo?!?

15 de setembro de 2010

Mais uma cabeça queimada

Para o choque não ser muito grande, ao regressar de férias volta tudo ao normal. Isto que se passou há uns meses, está a repetir-se hoje. Felizmente, com algumas pequenas diferenças: primeiro, já nem tentei mexer em nada porque já sei que não vale a pena; segundo, o vigarista que gere o condomínio já é outro e ainda não desapareceu; terceiro, o vizinho já voltou de férias, portanto é possível aceder ao telhado para mexer na antena. Menos mal... espero é que não se torne moda!

5 de setembro de 2010

I wanna do real bad things with you




Maratona de True Blood durante o fim-de-semana. É oficial: estou viciada nestes vampiros.

29 de julho de 2010

Ainda a TV diurna

Por que é que existe um programa chamado "As Tardes da Júlia" cuja apresentadora se chama Cristina Ferreira?

Ouvido na TV

E diz uma senhora do público assim que lhe põem o microfone à frente:

- O homem que eu mais amei, e com quem não casei, conheci-o aqui.