9 de novembro de 2010

De repente

Vem não sei de onde, inesperadamente, e atinge-me em cheio como um murro no estômago ou uma onda, um tsunami que primeiro me leva para fora de pé, depois passa-me por cima da cabeça e quase me afoga. Luto para chegar à tona, mas a superfície está cada vez mais longe, a luz do túnel afasta-se como a fugir-me e quanto mais luto mais me canso e sufoco. Perco as forças. E não sei porquê.

7 comentários:

Malena disse...

Vamos, miúda, agarra-te àquela garra que anda por aí! Nem tudo é mau, nem tudo é escuro! Amanhã é outro dia e será melhor! :))

João disse...

começo a ficar preocupado omc a repetida ideia igual que vais deixando.
mais ainda com a tua resposta.

kdnoidfnsdxkncovzxcvnd = vá gaja força pá. amanhã dás cabo da polaca.
traduzido da língua vatapa para portugues

Tulipa Negra disse...

Malena, obrigada. O que vale é que isto vai como veio, de repente. :)
Beijinhos


João, obrigada, mas não vale a pena ficares preocupado. É como eu dizia, isto passa. (A polaca está por pouco...) :)
Beijinhos

Vício disse...

de certeza que essa luz no tunel era vermelha. era um carro à tua frente a andar mais depressa que tu, não era?

Tulipa Negra disse...

Vício, só tu é que me compreendes! :)
Beijinhos

Vício disse...

mesmo assim, acho que deves tentar alcançar a luz e avisar o condutor que tem a outra luz fundida

Tulipa Negra disse...

Vício, eu tentei, mas o carro andava mais depressa do que eu.