Mostrar mensagens com a etiqueta passeios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta passeios. Mostrar todas as mensagens

4 de fevereiro de 2011

Ainda Porto Covo

Confessem: pensaram que a letra em falta era um O!

Especialmente a pensar na Inês, que gosta de memés, e no João, que gosta de os fotografar.

E esta a pensar no Imperator que gosta dos gelados da Prime.
  
Esta é mesmo para mim, que gosto do gato no telhado.
 
Burros e avestruzes, não menti.

Só o burro...

...e só a avestruz.
Abril de 2007

8 de janeiro de 2011

O mau de uns é o bom de outros

Em Lisboa, comentei que o meu próximo carro será um jipe, simplesmente pelo facto de ser impossível andar pelas estradas portuguesas com um carro ligeiro. Entre os buracos escondidos e os remendos na estrada, tenho a sensação de ir aos saltos, saio do carro ainda meia a cambalear, parece quase uma montanha-russa ou um divertimento do género. Isto para não falar nas dores de costas, claro. Costumo dizer que chego ao destino mais cansada do que se fosse a pé.

De maneira que hoje, durante o passeio semanal para ir almoçar ao estrangeiro (que fica a pouco mais de meia hora de carro, mas isso não vem ao caso), quando vi sinais, muitos sinais mesmo, a avisar que o piso está danificado, pensei que iria atravessar uma zona de minas ou coisa parecida. E os sinais sucediam-se, a espaços, daqueles sinais amarelos colocados à pressa, mais os avisos nos painéis electrónicos: "Perigo! Piso em muito mau estado! Atenção aos buracos em formação!" e por aí fora.

O que vi, afinal? Dois buracos pequenitos na estrada, quase na berma. Dois. Não, não me enganei: dois. Um, dois. Dois! Uma estrada boa em Portugal, portanto.

E pensei que esta gente não sabe o que é um piso em mau estado...

27 de maio de 2010

Passeio de domingo



8 de maio de 2010

Sonhos de sol e de mar

Durante as duas semanas de férias em Abril, aproveitei para dar grandes passeios pela costa portuguesa. Quis ver o mar e a praia, sentir no rosto os (poucos) raios de sol que me vão sustentar até ao Verão.

Comecei pela Costa da Caparica e reconheço que, estando muito diferente do que era há 20 anos, está também mais bonita. As obras podem incomodar muito enquanto duram, mas o resultado final compensa.

Costa da Caparica

Outro dia fui até Setúbal e fiz toda a costa da Arrábida até chegar a Sesimbra. Não vou sequer falar da aberração de existir uma cimenteira no meio de um parque natural. (Pronto, falei...) E o facto de me ter enganado no caminho para Sesimbra porque as setas com a direcção tinham sofrido um acidente e estavam a apontar para o lado oposto até tornou a viagem mais divertida... 

A primeira paragem foi a praia da Figueirinha, onde aproveitei para sentir nos pés a areia e o mar.

Figueirinha

A paragem seguinte, no Portinho da Arrábida, praia de que sempre gostei muito, foi uma desilusão. Para começar, a praia é praticamente inexistente. Não sei o que ali fizeram, mas apenas se conseguem ver rochas caídas no mar, areia quase nenhuma, e a partir de certo ponto é até perigoso avançar. Pelo menos, tiveram o bom senso de colocar sinais de aviso.

Portinho da Arrábida

Finalmente cheguei a Sesimbra, onde tinha estado pela última vez há uns 4 anos, talvez. É um dos meus locais preferidos, assim relativamente perto de Lisboa. Gosto da vila, da praia, do ambiente. Só não gosto da água gelada do mar, da confusão de trânsito no Verão e da falta de estacionamentos. Pensava eu que era só no Verão, porque mesmo em Abril foi grande a dificuldade para encontrar um lugarzinho para o carro. Mas valeu a pena. Infelizmente, o tempo estava a mudar e o sol já estava bem escondido por esta altura.

Sesimbra

Sesimbra

Cascais. Ainda mais perto de Lisboa, não dispenso um passeio pela vila praticamente todas as semanas. É o chamado "passeio dos tristes", mas paciência. Ver o mar, a baía, comer o melhor gelado do mundo no Santini... Que mais se pode querer? De seguida, um pulinho até à Boca do Inferno onde o mar mostra como pode ser violento, especialmente no Inverno.

Cascais

Boca do Inferno, Cascais

E continuar até ao Guincho, apesar do vento sempre forte e da areia na estrada.

Guincho

Guincho

Finalmente, no fim-de-semana seguinte, Ericeira e Ribeira d'Ilhas. Mais umas praias bonitas, apesar de frias.

Ericeira

Ribeira d'Ilhas

Ribeira d'Ilhas

Estando fora, a milhares de quilómetros de distância, faz-me falta ver estas paisagens. Sentir o sol na pele, o cheiro do mar, o vento no cabelo. É bem verdade que só damos valor ao que temos depois de o perdermos. Antes de sair de Portugal, tudo isto estava a menos de uma hora de distância. A qualquer momento podia agarrar no carro e ir até lá. Agora não, por isso estes passeios são bem mais preciosos.