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29 de março de 2011

Pergunta retórica do dia

Haverá algo mais inútil do que uma reunião de uma hora onde não se dão informaçõs novas, não se decide nada e nem sequer se dão respostas às perguntas pertinentes que se colocam?

25 de março de 2011

Responder ou não, eis a questão

Há por aí algum funcionário simpático do INE que me saiba explicar se uma pessoa que não reside na Tugalândia mas tem lá uma casa onde vai nas férias (vulgo, emigra) tem de preencher aquela coisa dos Censos? E também naquela parte em que perguntam onde estava no 25 de Abril, perdão, em 2009 e 2005 devo responder "na mesma residência" ou "no estrangeiro"? É que a residência em Portugal era a mesma, mas eu residia no estrangeiro... Ai, tantas dúvidas existenciais!

Eu bem que procurei no site, mas entre as vezes em que não se consegue entrar e as perguntas frequentes cujas respostas levantam mais dúvidas do que as que resolvem, fiquei mais na mesma. Ah, e ligar para a tal linha de apoio está fora de questão, porque os números começados por 800 não estão acessíveis a partir do estrangeiro de fora e ligando do próprio país ou ninguém atende ou está sempre impedido...

Agradeço antecipadamente a preciosa ajuda e até prometo que, caso tenha mesmo de responder, não vou inventar... muito!

24 de janeiro de 2011

Dúvidas de segunda-feira

21 de janeiro de 2011

Ainda as dúvidas

Lembrei-me de mais este facto inútil a propósito de bananas:

Eu conheço alguns seres humanos que partilham mais de 50% do ADN com as bananas, mas isso é outra conversa.
E agora? Significa isto que o sumo de banana é, na verdade, sumo de meio ser humano? Que quando comemos uma banana somos 50% canibais?

Dúvidas de sexta-feira

Como é que se extrai o sumo de uma banana?

Como é que a partir disto...

...se faz isto?

2 de agosto de 2010

Alguém me sabe explicar

O que raio é um Sing Along Alentejano?

É Verão, está calor e eu tenho preguiça de procurar no Google...

29 de julho de 2010

Ainda a TV diurna

Por que é que existe um programa chamado "As Tardes da Júlia" cuja apresentadora se chama Cristina Ferreira?

5 de julho de 2010

Coisas que eu gostava mesmo de saber

O que será que o Rui Reininho consome quando escreve as letras das músicas dos GNR?

28 de junho de 2010

Afinal, em que ficamos?

Regressar a casa, rever família e amigos, é bom. Muito bom, mesmo. É, não é? Pois é. Excepto quando começa a lengalenga do costume: Então e quando voltas de vez? Aquilo lá não é para ti! Vais ficar mesmo por lá? Mas é tão longe! Gostas de lá estar? E não é muito frio? E as pessoas não são antipáticas? Aqui está-se melhor, faz sol e bom tempo. Vem-te mas é embora que aqui é que se está bem.
A isto seguem-se horas a dizer mal do governo, do país, da economia, do tempo, do desemprego, dos impostos e agora até da selecção nacional de futebol.

16 de junho de 2010

Já não se fazem moshes como antigamente

Já não ia a um concerto barulhento há uns tempos. Isto da idade e tal, uma pessoa começa a achar que já não lhe apetece andar metida na confusão e em casa é que se está bem ou numa sala de concerto com cadeiras confortáveis e uma acústica decente. Só que não pensei que as coisas tivessem mudado tanto.
Desde quando é que os punks/roqueiros/metálicos ou lá o que eles são (gajos grandes, gordos, guedelhudos, tatuados e cheios de piercings) usam tampões nos ouvidos durante os concertos???

11 de junho de 2010

Desilusão

Dias e dias a pensar no assunto, a tentar não stressar, diz que a força do pensamento positivo é muito importante. Boa disposição é essencial, não desesperes. E de repente basta um telefonema com a notícia mais temida. Sinto o chão a fugir-me de baixo dos pés.
E agora? Volto ao início? Ou simplesmente desisto?

8 de junho de 2010

Uma ajudinha, please!

Qual é a forma mais diplomática, se é que existe, de dizer a uns amigos que acabámos de reencontrar ao fim de uma data de anos e com quem estamos a combinar um jantar que não tragam os outros de quem só eles é que se lembram mas que não nos dizem nada porque nem do raio do nome nos lembramos (às vezes nem com foto lá vai) portanto não temos interesse nenhum em (re)vê-los?
Esta coisa do politicamente correcto só complica!

1 de maio de 2010

O meu outro carro é um Porsche cor-de-rosa

Eu não percebo patavina de automóveis. A sério. Não me falem em potências, cilindradas, motores e companhia porque é o mesmo que me falarem em chinês. Para mim, desde que ande e não me dê problemas, o carrito está óptimo. Até pode ter 15 ou 20 anos, que não me aflige mesmo nada. Mas há coisas que me intrigam.


Por exemplo, esta moda (sim, deve ser uma moda) de ter carros em cores… diferentes, digamos. Começaram por ser os carros mais pequenos, como o Twingo, o Mini ou o C3, a aparecer com cores berrantes. Mas, de repente, a epidemia alastrou a todos os outros modelos e marcas. Amarelos, é aos magotes. Verde-alface, cor-de-laranja, azul-cueca, dourado nas suas mais variadas tonalidades... Que raio aconteceu ao preto, vermelho, azul-escuro, verde-escuro, cinzento metalizado…? Já não se usam? Se calhar, só se fabricam por encomenda especial... A última aberração destas que vi passar ao meu lado na estrada foi mesmo um Porsche cor-de-rosa - logo seguido por outro em cor-de-laranja. Por acaso, são duas cores de que gosto muito, mas não numa viatura automóvel.

Pergunto eu, que sou ingénua e, repito, não percebo nada de carros: quem é o cromo que está disposto a gastar num carro mais do que muito boa gente pode gastar numa casa e escolhe uma cor destas? Se alguém souber, que me esclareça, por favor…

28 de abril de 2010

Biciclistas*

Parece que está na moda andar de bicicleta. A chegada da Primavera e do bom tempo ajudam, sem dúvida. Mas no país onde vivo, que não é Portugal para muita pena minha (ou talvez não – depende dos dias!), até no pino do Inverno, com chuva, neve ou temperaturas negativas, aí andam eles alegremente, pedalando as suas biclas, estrada acima, estrada abaixo. Não tenho nada contra, muito pelo contrário. Até gosto muito de andar de bicicleta. Tenho pena de não ter aprendido na idade em que devia e portanto não me sinto muito à-vontade em cima do selim, o que não me impede de desfrutar de bons momentos a pedalar. Mas sem exageros. Uma coisa é pedalar uns minutos ou umas horas ao fim do dia, ao fim-de-semana, enfim, nos tempos livres. As ciclovias, que por aqui são muitas, convidam ao passeio. Outra coisa muito diferente é ir de bicicleta para todo o lado. Mesmo todo o lado. É vê-los de manhã a ir para o trabalho, ao fim do dia a regressar a casa...


A minha dúvida é só esta: depois de pedalarem durante vários quilómetros de casa para o trabalho, por montes e vales, subidas íngremes e curvas apertadas, a respirar os fumos dos escapes dos automóveis e a transpirar por todos os poros… quando chegam, tomam um duchezito e mudam de roupa ou sujeitam os colegas às consequências das vossas escolhas?


* Se andam de bicicleta, devem ser biciclistas; se andassem de cicleta então sim, seriam ciclistas. Esta língua de Camões está a precisar de ser actualizada – e não falo de acordos ortográficos e companhia!