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8 de maio de 2012

Pensamento do dia


E quem diz cupcakes, diz chocolate, gelados, frascos de Nutella, bolas de berlim a transbordar de creme amarelo...


Alegrias da maternidade I

Deixar de poder dormir a noite toda seguidinha, assim até me apetecer, tipo sem despertador e tudo, acordar com o Sol a entrar pelas frestas dos estores ou com o canto dos pássaros no beiral do telhado ou com os saltos altos da p*** da vizinha de cima que raios a partam não sabe usar chinelos em casa, e virar para o lado e continuar a dormir até à hora de almoço.

Que eu até costumo acordar cedo, mesmo ao fim-de-semana, mas de há uns meses para cá sinto saudades de poder dormir até tarde...

12 de maio de 2011

Mini me

O cansaço, os enjoos (Ainda bem, é bom sinal, diz-me o médico! Claro, é gajo!) e a falta de vontade generalizada para fazer seja o que for têm-me afastado das lides bloguísticas. Na verdade, têm-me feito alterar muitos hábitos, da alimentação ao descanso, às horas passadas em frente ao computador que não sejam estritamente necessárias (calculo que já tenham morrido as minhas vacas do Farmville). Depois são as preocupações de cada vez que se aproxima mais uma consulta, afinal não sinto nada de novo, será que está tudo bem, será que é normal...?

Mas depois... Mexe-se! Não tem mais de 10 cm de comprimento, mas tem uma cabeça, um tronco, dois braços, duas mãos, cada uma com cinco dedos (bem contados!), duas pernas que não param quietas (a ser rapaz, há-de ser futebolista e assegurar-me a velhice numa ilha tropical), dois pés (aí não se conseguiram contar os dedos) e, de perfil, até se consegue perceber o nariz (será grande? espero que não saia à mãe, coitadito, mas se sair ao pai também não fica muito bem servido nessa área...).

Difícil foi colocá-lo numa posição que permitisse ver e medir tudo o que era necessário. Irrequieto e nervosinho, portanto - como a mãe...

Continua a dúvida quanto à marca, mas lá chegaremos a seu tempo!

7 de abril de 2011

Pequenas coisas que fazem milagres # 7

Delicioso e é bom para os enjoos. A não ser que se tenha enjoado o chocolate...

31 de março de 2011

Em busca da felicidade


They both knew that it was borrowed: the view of hills; even the sunsets and the clarity of the stars. Somewhere, they knew it didn't belong to them. Because if you left your own country, if you left it late, and made your home in someone else's country, there was always a feeling that you were breaking an invisible law, always the irrational fear that, one day, some "rightful owner" would arrive to take it all away, and you would be driven out - back to London or Hampshire or Norfolk, to whatever place you could legitimately claim.

Descobri primeiro Restoration, ainda nos tempos da universidade. Lembro-me de ter sido dos poucos livros estudados que realmente gostei de ler - e isto num curso de Letras significa muito! Depois fizeram o filme e quando vi pensei que mais valia o argumentista, o realizador, os actores e toda a equipa que trabalhou arduamente para fazer aquela obra terem ficado quietinhos em vez de fazer asneiras. Entretanto, fui lendo outros livros da autora. Neste momento, acho que já não me falta nenhum.

Este é o mais recente e, tal como os outros, agarrou-me da primeira à última página. Histórias da vida, paralelos entre dois países, duas famílias, dois mundos distintos que se cruzam e que, afinal, não são assim tão diferentes. Histórias também de mudanças, de preconceitos, dos extremos a que chegamos quando estamos em risco de perder o que temos de mais precioso. E de tudo o que somos capazes de fazer em busca da felicidade.

28 de março de 2011

Twix

Porque não há fome que não dê em fartura, ultimamente as boas notícias chegam aos pares.

Claro que isso faz aumentar o nível de ansiedade, assusta, até tenho medo de acreditar... Por outro lado, não há crise, queda de governo, aumento de impostos, eleições do Sporting, terremotos, guerras, aumento do preço dos combustíveis ou crises nucleares que me deitem abaixo.

14 de março de 2011

Paris, mon amour!

Três dias (quase) inteirinhos na cidade das luzes. Duas viagens de TGV que diminuem para menos de metade o tempo de percurso que é habitual fazer de automóvel. Centenas de quilómetros percorridos debaixo de terra, no metro, para chegar mais rapidamente onde queria. Mais uns quantos (muitos) a pé, para aproveitar o sol lindo com que S. Pedro fez o favor de me presentear nestes dias.


Centenas de degraus a subir e a descer (alguém tem de apresentar as escadas rolantes aos responsáveis pelas estações de metro de Paris). Mais de uma hora na fila para visitar a Torre Eiffel pela terceira vez e ainda não foi desta que lá fui de noite. Mas assisti na primeira fila a uma perseguição policial em bicicleta aos vendedores ambulantes ilegais ("uaniro-uaniro-uaniro*").


Desta vez, faltaram a coragem e a força para subir os quase trezentos degraus do Arco do Triunfo. Mais uma visita ao Louvre, de corrida porque o tempo era pouco, mas o suficiente para ver a Gioconda, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo e a múmia, ouvir um bando de turistas tugas comentar que a múmia se mexeu (estão em todo o lado, é inevitável), subir e descer mais escadas, mas pelo menos foi gratuito (dica para os interessados: no primeiro domingo de cada mês, a entrada no Louvre é gratuita). E a fila é mais rápida do que na Torre, talvez por não se perder tempo nas bilheteiras.


Não consigo perceber a ideia de levar bebés de colo para visitar monumentos, a não ser o facto de terem prioridade nas filas (aliás, deve ser o mesmo fonómeno que constatei na Eurodisney há uns anos, onde vi casais com bebés que, obviamente, não estavam minimamente entusiasmados. Já os pais, aproveitavam para passar à frente dos outros adultos que, como eu, assumiam estar ali por si, sem desculpas). Confirmei que o conceito de passadeira sem semáforos em Paris é ligeiramente diferente do normal: se o peão ainda estiver no passeio, não há automóvel que pare; se o peão já estiver na passadeira, pode ser que tenha a sorte de um automobilista estrangeiro travar antes de o atropelar. Não é que com semáforos seja muito diferente... Paris sem os franceses, isso é que era!

Chá e scones na Mariage Frères, para terminar em beleza.


A repetir, claro.

*one euro, caso não tenham conseguido perceber. Era o preço de seis porta-chaves com uma miniatura da Torre Eiffel, ideal para levar de lembrança para a família e os amigos. Nem sei como resisti...

9 de março de 2011

Ainda parece mentira

Boas notícias. Finalmente.


Custa acreditar que seja realmente verdade. Será que a qualquer momento vou acordar sobressaltada e descobrir que tudo não passou de um sonho? É que quando a esmola é muita, o santo desconfia. Ou então não...

26 de janeiro de 2011

Pequenas coisas que fazem milagres # 5

É chocolate do bom e café. Não pode haver combinação melhor!
Torna mais fácil o difícil recomeço de qualquer caminhada. Acho que já disse, mas repito: conheces-me bem demais!

25 de janeiro de 2011

Julieta, sem Romeu



Uma pessoa pega no livro e lê este resumo na contracapa:

"Annie lives in a dull town on England's bleak east coast and is in a relationship with Duncan which mirrors the place; Tucker was once a brilliant songwriter and performer, who's gone into seclusion in rural America - or at least that's what his fans think. Duncan is obsessed with Tucker's work, to the point of derangement, and when Annie dares to go public on her dislike of his latest album, there are quite unexpected, life-changing consequences for all three."

E pensa, ok, parece engraçado, divertido, Nick Hornby no seu melhor, a música e as relações complicadas e tal e coiso, está bem, costumo gostar, a Julieta não é a de Shakespeare mas dá para o gasto, ao menos uma pessoa distrai-se e diverte-se e ainda solta umas gargalhadas e/ou umas lágrimas pelo meio, deixa cá ver o que daqui sai. E vai daí, uma pessoa abre o livro e a primeira frase que lê é esta:
 
"They had flown from England to Minneapolis to look at a toilet."
 
E nem precisa de ler mais nada, compra o livro sem pensar mais no assunto e começa a lê-lo em casa e mal pode esperar para acabar.

22 de janeiro de 2011

Pequenas coisas que fazem milagres # 4


Chá de canela Mariage Frères, bem quente, a acompanhar um sablé com doce de morango, num Sábado à tarde, enquanto lá fora o frio aperta. A dois, claro.

9 de janeiro de 2011

7 de janeiro de 2011

A culpa é da bolota!



Para começar bem o fim-de-semana, e enquanto não chega o quarto filme da série. Pobre esquilo (ou lá que bicho é aquele)!

4 de janeiro de 2011

Um dia gastronómico Ferpeito

Pequeno-almoço na pastelaria em frente: leite com chocolate da Ucal, bem frio como se quer, acompanhado por uma bola de Berlim cheia de creme. Almoço no Kaffeehaus, no Chiado: tiras de frango panadas com salada de batata e, para terminar, Apfelstrudel quente com gelado de baunilha. A meio da tarde, chocolate quente no Cacau Sampaka, no CC Amoreiras, e/ou um gelado no Santini, no Chiado (finalmente é possível comer gelados Santini durante o Inverno!). Jantar na pizzaria La Finestra. Sempre com a melhor companhia possível.

Há alternativas tão boas ou melhores, pois há. Mas constatei que esta combinação é mesmo ferpeita!

16 de dezembro de 2010

Indispensável no Natal

Não vou falar do bolo-rei, nem dos sonhos, nem sequer das azevias de grão ou do bacalhau. Das canções também não vale a pena, acho que já perceberam que não as dispenso. Poderia falar dos filmes que se repetem todos os anos na televisão (acreditam que nunca vi o Música no Coração inteirinho, até ao fim?), das prendas e da árvore de Natal, das decorações, da confusão na cidade, da reunião da família e dos jantares com os amigos. Tudo isto é indispensável no meu Natal, mas não é disso que quero falar.

Para mim, e não estou alcoolizada nem sob o efeito de qualquer substância menos legal capaz de alterar as capacidades cognitivas, indispensável na época que atravessamos é (segurem-se!) o Natal dos Hospitais.

[pequena pausa para se recomporem... trá-lá-lá, trá-lá-lá... já está? avancemos!]

Mas não é qualquer um! O único, o original, o melhor (?!?) é o da RTP. Os outros não passam de imitações baratas e recuso-me a ver um minuto sequer.

E perguntam vocês, caros leitores: Como é possível, Tulipa Negra, tu que tens esse bom gosto tão refinado, moça culta e viajada, como é possível gostares de ver o Natal dos Hospitais?

Pois, eu também gostava de saber... A verdade é que desde sempre me habituei a ver aquele programa em directo que começa logo de manhã e só termina na hora do Telejornal, primeiro no Porto, depois em Lisboa, primeiro com os artistas perfeitamente desconhecidos de quem nunca se ouviu falar, depois, à medida que se aproxima a hora nobre, vão aparecendo os mais conhecidos, culminando com a actuação mais ansiada por todos os doentes: Tony Carreira! (Querem apostar? Vão ver este ano!)

Ficam mais descansados se vos disser que não consigo ver o programa todo? Nem quero! Mas tenho de ver nem que seja só a última meia hora. Na verdade, para mim, o Natal só é Natal depois de ouvir o Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras a fechar a emissão do Natal dos Hospitais. É já hoje!

14 de dezembro de 2010

Pequenas coisas que fazem milagres # 3



Chegar a casa e encontrar recados destes espalhados pelos locais mais improváveis. E ao acordar de manhã encontrar ainda estes dois.

28 de novembro de 2010

Pequenas coisas que fazem milagres # 2

Oficialmente, é Natal.

25 de novembro de 2010

Pequenas coisas que fazem milagres

Conheces-me bem demais.

21 de novembro de 2010

Finalmente percebo

Pensava eu que os macarons eram assim uma espécie de bolacha recheada com mania das grandezas, a que nem sequer achava grande piada. Eram doces e pronto, comiam-se, mais nada. Até provar estes:


Admito: são uma delicia! Principalmente acompanhados por um chocolate quente, a um domingo à tarde, quando lá fora está um frio insuportável.

15 de novembro de 2010

Declaro oficialmente aberta a época natalícia

Adoro a época do Natal, que começa agora oficialmente neste canto blogocoiso. Até lá, vão com certeza aparecer por aqui as musiquitas que todos adoramos (admitam que é verdade!), as estrelas, o Pai Natal, as renas, as luzes, os doces...

Começo com estas delícias que só aparecem nesta altura, infelizmente. Ou felizmente, conforme o ponto de vista. Eu era até capaz de propor estes bolinhos para um prémio qualquer...

[Anda por aí algum representante da marca que me leia? Aceito donativos em géneros!]