21 de fevereiro de 2011

Medo

A inevitabilidade do momento que se aproxima faz crescer o medo, a ansiedade, a angústia. Não pelo que terá de ser feito, já o fiz outras vezes, mas pelo que virá depois. Medo de que o resultado seja novamente o mesmo. Medo de não conseguir aguentar. Medo de que todos os sacrifícios e todas as forças e toda a coragem que fui encontrar no mais profundo do meu ser tenham sido em vão. Medo de que desta vez me afogue nas lágrimas.

8 comentários:

Vício disse...

meia derrota à partida?

Vera, a Fera disse...

Resta-me dizer: Coragem.

Lou Alma disse...

Daqui a mulher dos medos chamando terra : " medo de quê, de quem ? Alguém te vai matar?

Seja o que for que te está para acontecer, se não experimentares não sabes se vale ou não a pena.

Além disso sofrimento é aprendizagem em estado gasoso, lágrimas aprendizagem em estado liquido e coragem e confiança aprendizagem em estado sólido.

Além disso um desabafo destes só demonstra que apesar do medo tens confiança para fazer o que quer que seja necessário.

Beijos flor

Tulipa Negra disse...

Vício, não. É só o medo do desconhecido. Mas vou arranjando coragem para o enfrentar, tendo sempre em vista o objectivo final. :)
Beijinhos


Vera, obrigada, vou tentando!
Beijinhos


Lou Alma, sim, vou conseguindo fazer o que é preciso, mas faz falta desabafar.
Beijinhos

Malena disse...

Estamos aqui, no meio dos portugas, a fazer força por ti! ;))

Tulipa Negra disse...

Malena, obrigada! :D

cai de costas disse...

Tens que ser GRANDE!

Tulipa Negra disse...

Cai de costas, eu sou grande. Mas às vezes sinto-me pequenina. :)
Beijinhos