Há 41 minutos
20 de fevereiro de 2011
19 de fevereiro de 2011
18 de fevereiro de 2011
Finalmente um motivo de orgulho!
Pertencemos ao grupo dos mais bêbedos do mundo. A culpa também deve ser da crise: bebe-se para esquecer!
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| Daqui |
Os números são da Organização Mundial de Saúde, referem-se a 2005 e não incluem os turistas nas estatísticas, portanto não podemos culpar os alemães nem os ingleses.
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17 de fevereiro de 2011
Futebol e outros espectáculos
Eu não sou grande adepta (nem pequena, aliás) do futebol. Em toda a minha vida vi dois jogos ao vivo (um da selecção nacional contra o Liechtenstein nos tempos da universidade e o outro este Verão do clube do periquito contra uns ingleses). Mas imagino que ir ao estádio ver um jogo seja mais ou menos como ir ao teatro (com as devidas e reconhecidas diferenças de nível intelectual dos participantes). Ou a um concerto, vá, talvez as semelhanças sejam maiores, afinal até já fui a concertos em estádios de futebol. Comparações idiotas à parte, o que quero dizer é que quem vai assistir a um espectáculo ao vivo, fá-lo para viver a experiência em primeira mão, para vibrar de emoção... Enfim, basicamente, e falo por mim, numa situação dessas ficamos de tal forma envolvidos no que nos rodeia que esquecemos o resto. Acho, aliás, que é essa uma das funções dos espectáculos ao vivo, alienarem-nos da realidade. Mas adiante. Por isso, estranho quando acontecem situações como a de hoje (e já vi acontecer noutras ocasiões) durante o jogo do clube do periquito contra os alemães. Sempre que acontecia alguma coisa, fosse um golo ou um jogador com um ataque de caspa nas unhas, lá apareciam actualizações de estados do Facebook, enviadas directamente dos telemóveis, quais Jorges Perestrelos da Internet. Mas então um gajo que é gajo vai ver um jogo da bola ao vivo e depois está preocupado em comunicar aos outros o que aconteceu? Então não devia estar entretido a ver o jogo, a chorar quando os outros marcam, a pular quando os dele ganham, a insultar o árbitro? Um dia destes, ainda vamos ver no Facebook coisas como "Julieta desmaiou", "Romeu suicidou-se", "Os bailarinos do La Féria são mesmo bons"... É que por muita destreza que se tenha nos polegares, sempre tem de se olhar para o telemóvel enquanto se escreve. E eu, quando pago bilhete para ver um espectáculo, não gosto de perder nem um segundo.
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Tecnologia moderna, utilizadores antigos - parte 5
Afinal, a password do computador está onde sempre esteve: num papel colado na mesa ao lado do ecrã do PC.
Houve mais aventuras que envolveram o leitor de DVD, a utilização do PC, etc. Mas depois desta, nem tenho forças para contar o resto...
Esta foi a cereja no topo do bolo. Gostava de ter tirado uma foto para poderem ver o ar estupefacto e incrédulo dos participantes. E depois o esforço sobre-humano para conter as gargalhadas.
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16 de fevereiro de 2011
Tecnologia moderna, utilizadores antigos - parte 4
Afinal, só há um cabo scart portanto, quando se quer usar o leitor de VHS, desliga-se do DVD, liga-se no leitor de vídeo, e depois volta-se a ligá-lo ao DVD quando já não for preciso. Quanto às pilhas do telecomando da televisão, apareceu num canto a que faltava, seguramente foi alguma alma penada que a escondeu. Mas antes disso, a solução proposta tinha sido... nenhuma. Certo. Mas ao menos temos um quadro electrónico todo xpto que ninguém sabe utilizar.
Quanto ao DVD, seis das sete pessoas envolvidas nesta história começam a desconfiar que o mal não é da máquina nem da cor dos discos, é mesmo do utilizador que não percebe nada do assunto, o que não o impede de continuar a gravar diariamente tralhas da televisão e/ou do youtube (não, não é sexo, antes fosse!), passando depois loooooongos minutos a tentar trabalhar com o bicho. Da última vez, até deu direito a ir experimentar o leitor de DVD de outra sala. O resultado foi o mesmo.
Quanto ao DVD, seis das sete pessoas envolvidas nesta história começam a desconfiar que o mal não é da máquina nem da cor dos discos, é mesmo do utilizador que não percebe nada do assunto, o que não o impede de continuar a gravar diariamente tralhas da televisão e/ou do youtube (não, não é sexo, antes fosse!), passando depois loooooongos minutos a tentar trabalhar com o bicho. Da última vez, até deu direito a ir experimentar o leitor de DVD de outra sala. O resultado foi o mesmo.
E eis que quando eu já pensava não ser possível acontecer mais nada se descobre ainda um leitor de cassetes (sim, não me enganei) com um ar todo modernaço. Passada a aventura de encontrar o botão para o ligar e o outro para mudar para a função cassete, consegue-se abrir o leitor e enfiar a cassete lá dentro. Mas depois era preciso colocar a fita no início da cassete, só que o botão de rewind fazia andar a fita na direcção contrária. Nova ladainha: mas por que é que não anda, por que é que funciona ao contrário? Alguém repara que a cassete é vermelha e sugere que também o leitor de cassetes seja anti-comunista. Faz-se luz na cabeça do utilizador do aparelho que retira a cassete e volta a colocá-la do lado contrário. Funciona. Mas, como a cassete é uma invenção recente, o som que sai das colunas é completamente distorcido. Digamos que não ficaria atrás de alguns dos cromos do Ídolos. Mais tarde foi preciso utilizar como leitor de CD. Fiquei sem palavras. A sério, ultrapassou qualquer expectativa.
O computador afinal funciona. Mas a password para o ligar está no segredo dos deuses.Verdade seja dita, fizeram-se várias tentativas com as passwords de algumas pessoas presentes, mas não funcionaram. Obviamente, digo eu.
Entretanto, eu já nem tento manter-me séria e assim que se fala em usar um dos aparelhos electrónicos dão-me ataques de riso incontroláveis...
O computador afinal funciona. Mas a password para o ligar está no segredo dos deuses.Verdade seja dita, fizeram-se várias tentativas com as passwords de algumas pessoas presentes, mas não funcionaram. Obviamente, digo eu.
Entretanto, eu já nem tento manter-me séria e assim que se fala em usar um dos aparelhos electrónicos dão-me ataques de riso incontroláveis...
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It's so fluffyyyyyyy!!!
Ri do princípio ao fim, os amarelinhos são o máximo, as meninas são adoráveis (especialmente a mais nova) e até o vilão é amoroso. Obviamente, a lição do costume: só é vilão quem não teve amor e atenção dos pais em pequenino e basta-lhe um bocadinho de carinho para passar a ser boa pessoa. Mas mesmo assim, adorei!
Acho que em português lhe chamaram Gru, o Maldisposto ou qualquer coisa do género.
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15 de fevereiro de 2011
Felicidade
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| Foto de Rui Calçada, no site http://www.olhares.com/ |
Chegou à margem do rio e parou. Ficou imóvel como uma estátua a olhar as águas paradas, as aves, cujo nome esquecera também, a voar em círculos, um ou outro peixe que via passar, os pescadores nos barcos e os outros, na margem, olhando o horizonte enquanto esperavam pacientemente que um peixe mais curioso mordesse o isco. Girou sobre si própria, olhou à volta, queria guardar toda aquela imagem para sempre na memória.
Recomeçou a rir, soltou gargalhadas sem fim, enquanto tirava os sapatos e o vestido leve de Verão com que tinha saído nessa manhã. Os pescadores, alarmados, chamavam-na, gesticulavam, mas ela não os ouvia. Recuou alguns passos, ganhou balanço e correu veloz, mergulhando de cabeça nas águas do rio. Ouviram-se gritos, apareceu gente nem se sabe de onde, correram todos na direcção daquela rapariga louca que se atirara ao rio. Alguém ligou para a polícia e chamou os bombeiros. Ela desaparecera nas águas turvas, para voltar a aparecer na outra margem, de sorriso no rosto. Sentiu-se uma onda de alívio percorrer os espectadores daquela cena quando a viram acenar-lhes, voltar costas e seguir o seu caminho, feliz.
Loucura, Fábrica de Letras
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14 de fevereiro de 2011
Já deixei de procurar há muito tempo
Sim, já sei, o dia dos namorados é uma treta inventada pelos americanos para vender postais e foleirices cheias de corações made in China, mas apeteceu-me, pronto.
13 de fevereiro de 2011
Tati, o ilusionista
Gosto dos filmes de animação da Disney, da Fox e da Dreamworks, pois gosto, mas parece-me que este tal de Chomet teria umas coisinhas a ensinar-lhes. E começo a desconfiar que ele não é capaz de fazer filmes de que eu não goste...
Não é um filme feliz, não é animação para nos fazer rir à gargalhada embora tenha os seus momentos divertidos, não é um filme para crianças. É uma história séria sobre as dificuldades da vida de um artista envelhecido, sobre um amor incondicional e tudo o que se faz para manter as ilusões das pessoas que se amam. Simplesmente delicioso.
Não é um filme feliz, não é animação para nos fazer rir à gargalhada embora tenha os seus momentos divertidos, não é um filme para crianças. É uma história séria sobre as dificuldades da vida de um artista envelhecido, sobre um amor incondicional e tudo o que se faz para manter as ilusões das pessoas que se amam. Simplesmente delicioso.
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12 de fevereiro de 2011
11 de fevereiro de 2011
Pequenas coisas que fazem milagres # 6
Aquele abraço, aquele beijo, aquelas palavras quando a dor é demasiado forte e as lágrimas caem.
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Tecnologia moderna, utilizadores antigos - parte 3
Afinal o leitor de DVD não está possuído pelo demo, é só anti-comunista: recusa-se a ler discos vermelhos, os de outra cor funcionam perfeitamente. Alguém sugeriu pintar os discos, mas parece que a solução vai ser gravar outros.
Entretanto, também há por lá uma peça de museu em que eu ainda não tinha reparado: um leitor de VHS. Consta que a princípio não funcionava, mas depois percebeu-se que estava desligado da electricidade. Resolvido este problema, enfia-se a cassete lá dentro e vê-se chuva no ecrã da televisão. Passa quase um minuto e imagem, nem vê-la. Volta a ladainha "por que é que não funciona, mas por que é que não funciona?". Alguém sugere mudar o canal da televisão. Só há um problema: o telecomando só tem uma pilha, quando devia ter duas. O mesmo se passa com o do leitor de vídeo. A alma caridosa do outro dia levanta-se e muda o canal da televisão manualmente. Continua tudo na mesma. Até que eu, confesso, já desesperada por não conseguir conter o riso, sugiro que talvez o cabo que liga o leitor de vídeo à televisão também esteja desligado. Confirma-se. Aliás, não só está desligado como nem sequer existe. Aguarda-se actualmente que caia um cabo scart do céu. Seis das sete pessoas desistem de tentar controlar as gargalhadas.
O computador continua no mesmo sítio. Ainda não se sabe se é possível ligá-lo.
Mesmo com sugestões de almas caridosas, desconfio que vou continuar a ter assunto.
Mesmo com sugestões de almas caridosas, desconfio que vou continuar a ter assunto.
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10 de fevereiro de 2011
9 de fevereiro de 2011
Tecnologia moderna, utilizadores antigos - parte 2
Por artes mágicas, o papel cor de laranja apareceu agora colado mesmo no meio do quadro electrónico, para não haver dúvidas. Assunto resolvido, portanto, embora continuem visíveis os traços da caneta utilizada para lá escrever da outra vez.
Entretanto, o leitor de DVD foi possuído pelo demónio e ganhou vida própria. O primeiro disco que se lhe enfiou lá dentro ainda leu, do segundo mostrou o menu mas não avançou, do terceiro nem sequer apareceu a imagem. Seguiram-se momentos angustiantes, com os botões do telecomando a serem pressionados com força extrema, as pilhas a saltarem da caixa e a voltarem a ser lá metidas, as habituais batidelas do telecomando na mesa, tudo acompanhado pela ladainha "não percebo por que não funciona, mas por que é que não funciona?". Alguém possuído por um demónio rival sugere que há um erro porque na televisão se vê um E no sítio onde devia aparecer indicado o canal. Seis das sete pessoas presentes tentavam conter as gargalhadas, agradecendo simultaneamente aos santinhos todos por o aparelho se recusar a funcionar, já que o filme que se adivinhava não seria de todo interessante.
O computador continua por ligar e também ainda não se sabe se é possível ligá-lo.
Desta vez, uma alma caridosa ofereceu-se para ajudar a fazer funcionar o aparelho. Boa ideia, tendo em conta que percebia pouco mais do que a primeira e não conseguiu obter melhor resultado. Eu continuo quieta e calada a observar. Parecendo que não, devo ter assunto para muitos posts.
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Pequenas coisas
De repente qualquer coisa sem importância, um pequeno nada, uma insignificância consegue arrasar tudo e deitar por terra o esforço de tantos dias.
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Desespero
A cabeça a latejar, como um martelo a bater lá dentro, com força, ritmado, pum, pum, pum. Os olhos semicerrados, a quererem fechar-se, o esforço por mantê-los abertos acelera o ritmo do martelo. Qualquer som incomoda, até o barulho das teclas perturba e faz doer mais. Lá fora uma ambulância, iiiiiiiioooonnn iiiiiiiooonnnn iiiiiiiioooonnn (já não fazem ti-nó-ni ti-nó-ni como antigamente) e o som parece um punhal a espetar-se no cérebro. No gabinete do lado dois colegas falam exaltados, talvez discutam ou talvez seja só impressão sua, e as vozes parecem mais agudas e aumentam ainda mais o ritmo do martelo pum pum pum. Um rádio começa a tocar uma música acelerada e o martelo acompanha a batida, cada vez mais forte, cada vez mais intenso. A dor torna-se quase insuportável, apetece-lhe desligar tudo e ir dormir, descansar os olhos pesados como chumbo. Se pudesse ao menos fechar os olhos por um bocadinho, só uns minutos, tudo seria melhor. Mas não pode, o telefone toca e aquele som estridente parece ferir-lhe o cérebro, atende o mais rapidamente que consegue e ainda assim a voz do outro lado entra-lhe pelo ouvido e explode dentro da sua cabeça, como uma bomba, pum. Fecha os olhos enquanto fala, acaba por desligar e fica a olhar o ecrã do computador sem conseguir concentrar-se, pum pum pum, o martelo insiste naquele prego que ainda não está bem enterrado no seu cérebro, é preciso mais força, continuar a martelar até o prego estar bem preso e não sair, nunca mais, ficar eternamente enfiado no cérebro e o som que não desaparece e a dor que já nem é dor de tão constante que se tornou pum pum pum.
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8 de fevereiro de 2011
Constatação do dia
Silvio Berlusconi é um Alberto João Jardim italiano.
Com as devidas diferenças, claro, que o tio Alberto não se mete com menores (pelo menos, que se saiba).
Com as devidas diferenças, claro, que o tio Alberto não se mete com menores (pelo menos, que se saiba).
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Estrangeiro e Estranho # 10 (ao vivo)
Numa aula de um curso de Italiano com alunos de várias nacionalidades, lê-se um texto em voz alta. Trata-se de moda, assunto aparentemente inofensivo. A dada altura, é a vez de a representante portuguesa do grupo ler uma parte do texto onde surge a palavra fodera*.
Não foi fácil explicar aos outros o motivo do ataque de riso que se seguiu.
*Acalmem essas mentes depravadas, significa forro!
*Acalmem essas mentes depravadas, significa forro!
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7 de fevereiro de 2011
Tecnologia moderna, utilizadores antigos
Depois de encher o quadro branco com explicações de gramática, alguém repara que há um papel cor de laranja colado num canto onde se lê qualquer coisa como "este quadro é electrónico, não escrever". Tarde demais. Apagou-se o que se escreveu e rezou-se aos santinhos todos para que, apesar de tudo, o raio do quadro não esteja estragado. Porque, das sete pessoas presentes, ninguém sabe como utilizá-lo. A única que deveria saber diz que esteve doente no dia em que explicaram como trabalhar com aquilo. Calhou bem, portanto. Daí que se passe a utilizar o quadro do lado, minúsculo, mas onde se pode escrever normalmente com aquelas canetas cuja tinta depois se apaga facilmente.
A fase seguinte é utilizar a televisão e o leitor de DVD, sempre uma aventura. Em cada sala são diferentes, cada um com seu comando próprio. Primeiro passo: encontrar o botão para ligar cada um dos aparelhos. Segundo passo: descortinar qual o telecomando respectivo. Terceiro passo: enfiar o DVD dentro do leitor e rezar para que a imagem surja no ecrã. Inevitavelmente, o volume do som está no máximo. Seis das sete pessoas presentes ficam momentaneamente surdas. A outra está habituada e nem nota que o som está naquele volume. Encontra-se finalmente o botão do volume. Como por milagre, encontra-se também o do menu do DVD. Consegue pôr-se o vídeo a correr, fazer pausa, recomeçar, parar, voltar ao menu e avançar para outro vídeo. Nenhum dos participantes duvida que se trata de intervenção divina.
Também há um computador na sala. Ainda ninguém percebeu se funciona. Adivinham-se novos desenvolvimentos nos próximos dias.
Se eu podia dar uma ajudinha, uma vez que até estou mais ou menos à vontade com estas coisas da tecnologia? Podia. Mas depois não tinha assunto para escrever aqui.
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Talvez por ser segunda-feira
Não sei se é do sol que decidiu aparecer ao fim de semanas escondido, se é do Inverno que nunca mais acaba, se é deste cansaço acumulado que não há fim-de-semana que consiga destruir, se é de outra coisa qualquer. O que sei é que neste momento, agora mesmo, apetecia-me estar em Lisboa. Com este céu azul e este sol a aquecer-me a pele, passear na cidade, à beira-rio, depois ir até à praia, almoçar com a família, jantar com os amigos, conversar, dizer os disparates do costume.
Isto do telefone e da Internet é muito bonito e muito prático, mas não é a mesma coisa.
Isto do telefone e da Internet é muito bonito e muito prático, mas não é a mesma coisa.
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em Lisboa é que se está bem,
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saudades
6 de fevereiro de 2011
Devaneios da música nacional
Mas é mentiiiiira. Mentiiiii-iiiiira. Irra que a cantiga não me sai da cabeça. E eu nem sequer gosto, ainda se fosse alguma coisa de que gostasse. João Pedro Pais, que enjoo. Do mal o menos, suponho, podia ser a outra que ele canta com a Mafalda Veiga, um dois em um do vómito musical. Ui, do que me fui lembrar! Páááássaros do Suuuul bando de filhos da mãe que agora se me meteram na lembrança e não querem sair. Por associação de ideias tristes, veio-me à cabeça o outro, o Sardet. (Mania que esta gente tem de usar apelidos estrangeiros. É o Sardet, é o Granger... Olha, vou ali e mudo o nome para Tulipe Noire, que tal?) Goooosto de tiiiiiii desde aqui até à luuua, gooooosto de tiiiii desde a luuuuaté aquiiiiii. Ena, que rima difícil! Mas é profundo, tenho de reconhecer. Aliás, profundo nada, o contrário de profundo pois se é até à lua e volta... O que é uma pena, podia ir até à lua e ficar por lá, mas não, prefere voltar para nos atazanar o juizo. Ou isso, ou a nave não tinha combustível suficiente e ao chegar à lua, caiu. Também se compreende, afinal ao preço a que está a gasolina. E isto das cantigas não deve render o suficiente para andar em viagens espaciais que, parecendo que não, ainda são caras. Estou na luuuuua, não me chateies que eu agora estou na luaaaa e em breve vou chegar ao céu. Pára tudo! (Desta eu até gosto, é divertida, acho piada, pronto, vá-se lá compreender estas coisas.) Mas então o gajo está na lua e daqui a pouco vai chegar ao céu? Então a lua fica onde? No mar? Ora que isto...Leva-me contiiiigo. Práooooonde? Passear na praaaaaia. Aproveita e afoga-a, pode ser? É que a cantilena é gira quando se ouve assim uma vez em cada década, mas a voz da menina é do mais irritante que pode haver. Duuuunas. Sssssão como divããã-ãããs. São pois, divãs, cadeiras, camas, estantes, mesas ou qualquer outra peça de mobiliário que o teu cérebro se lembre de ver depois de consumir essas substâncias menos legais que te fazem escrever canções. E esta, apesar de tudo, é das mais normais... Havia aquela outra que falava em pão-de-ló e rimava com avó, dessa é que eu gostava mesmo. Faz-me sempre lembrar a história do Capuchinho Vermelho, não sei porquê. Peguei, trinquei e meti-te na ceeeesta, ris e dás-me a volta à cabeça-a-a. Pronto. Já cá faltava a cantilena da fruta. Ainda se fosse a outra dos sítios tropicais. Jááá fui ao Brasiiiiil, Praaaaia e Bissau, Angoooola, Moçambique, Gooooa e Macau, ai fui até Freixo de Espada a Cinta e voltei porque estava frio. Pois. Isto por aqui já teve dias melhores.
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5 de fevereiro de 2011
4 de fevereiro de 2011
Ainda Porto Covo
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| Confessem: pensaram que a letra em falta era um O! |
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| Especialmente a pensar na Inês, que gosta de memés, e no João, que gosta de os fotografar. |
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| E esta a pensar no Imperator que gosta dos gelados da Prime. |
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| Esta é mesmo para mim, que gosto do gato no telhado. |
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| Burros e avestruzes, não menti. |
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| Só o burro... |
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| ...e só a avestruz. |
3 de fevereiro de 2011
Coincidências
Acordei a pensar nos dias que passei em Porto Covo há uns anos. Assim, sem motivo, lembrei-me de como gostei de tudo: da praça central, das praias (embora não as tenha experimentado porque era Abril e chovia), dos passeios pela costa alentejana até ao Algarve (chegámos a Lagos e voltámos para trás), dos restaurantes, das avestruzes e dos burros, das falésias, da Ilha do Pessegueiro... Depois, entrei no carro e no rádio ouvi isto:
Se eu fosse supersticiosa, diria que era um sinal qualquer para lá voltar.
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2 de fevereiro de 2011
Apetece-me
Ir para casa. Aninhar-me no sofá, com uma manta quente, encostar-me a ti, ver um filme e adormecer. Acordar contigo num sonho longe da realidade.
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tu e eu
1 de fevereiro de 2011
Recomeçar
Sísifo
Recomeça....
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...
Miguel Torga
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31 de janeiro de 2011
Há dias e dias
E há dias como este, em que o sol brilha a lembrar a Primavera ou o Verão, o mar azul, o calor, as árvores frondosas e as flores de todas as cores, olha-se da janela para a rua e imagina-se que é Agosto, aflora um sorriso aos lábios com a lembrança das férias, mas ao sair de casa o sol não aquece, este sol não é o meu sol, é outro, é frio, demasiado frio, o céu azul, a claridade que fere os olhos há semanas habituados ao cinzento e à escuridão, e o frio que enregela até os ossos, respirar faz doer os pulmões, afunda-se o gorro na cabeça e aperta-se mais o nó do cachecol, quase sufoca, mãos nos bolsos, com luvas, e ainda assim geladas, os dedos vão cair a qualquer momento, tal como o nariz, vem-me à lembrança João Garcia, o alpinista, bem sei que não estou no Everest, mas não gosto de hospitais nem de cirurgias e tenho medo de agulhas.
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30 de janeiro de 2011
29 de janeiro de 2011
28 de janeiro de 2011
27 de janeiro de 2011
Há gente com passatempos muito estranhos # 2
Isto ameaça tornar-se uma rubrica habitual...
Então agora dou com este que decidiu experimentar uma coisa nova todos os dias, durante um ano, e cronometrar o feito. Parece que a ideia é perceber a diferença entre o tempo real que demoramos a realizar uma acção e o tempo que percepcionamos. Ou seja, quer provar que time flies when you're having fun.
As experiências incluem tentar andar em cima de andas feitas em casa (ontem), cozinhar uma refeição numa lareira (dia 21), jantar com um sem-abrigo (dia 18), aprender Swahili sozinho, em casa (dia 14) ou ver tinta a secar (dia 11). No fim da experiência, o autor indica o tempo que lhe pareceu demorar e depois o tempo real. Se quiserem, também podem sugerir coisas que gostariam de o ver fazer.
Espreitem aqui: http://www.thetimehack.com/
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26 de janeiro de 2011
Pequenas coisas que fazem milagres # 5
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| É chocolate do bom e café. Não pode haver combinação melhor! |
Torna mais fácil o difícil recomeço de qualquer caminhada. Acho que já disse, mas repito: conheces-me bem demais!
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tu e eu
É mais ou menos isto, sim
Falta dizer que nos vão invejando o Sol e a gastronomia, assim como nós invejamos o calor do Brasil ou de África, com a mesma superioridade de quem dá um elogio a uma criança que conseguiu resolver um exercício de matemática especialmente difícil.
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25 de janeiro de 2011
Julieta, sem Romeu
Uma pessoa pega no livro e lê este resumo na contracapa:
"Annie lives in a dull town on England's bleak east coast and is in a relationship with Duncan which mirrors the place; Tucker was once a brilliant songwriter and performer, who's gone into seclusion in rural America - or at least that's what his fans think. Duncan is obsessed with Tucker's work, to the point of derangement, and when Annie dares to go public on her dislike of his latest album, there are quite unexpected, life-changing consequences for all three."
E pensa, ok, parece engraçado, divertido, Nick Hornby no seu melhor, a música e as relações complicadas e tal e coiso, está bem, costumo gostar, a Julieta não é a de Shakespeare mas dá para o gasto, ao menos uma pessoa distrai-se e diverte-se e ainda solta umas gargalhadas e/ou umas lágrimas pelo meio, deixa cá ver o que daqui sai. E vai daí, uma pessoa abre o livro e a primeira frase que lê é esta:
"They had flown from England to Minneapolis to look at a toilet."
E nem precisa de ler mais nada, compra o livro sem pensar mais no assunto e começa a lê-lo em casa e mal pode esperar para acabar.
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24 de janeiro de 2011
Há gente com passatempos muito estranhos
Lembram-se disto? Ora bem, parece que afinal são trabalhos artísticos de Mariel Clayton, alguém com uma paixão pela fotografia e uma relação amor/ódio mal resolvida com a Barbie. Deixo-vos mais algumas amostras, mas aconselho vivamente a que vejam tudo o resto no seu site. Surpreendente e divertido, no mínimo. E até é possível adquirir as obras de arte para pendurar na parede da sala. Ideal para quando se esperam visitas desagradáveis.
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23 de janeiro de 2011
É só vantagens
Acabaram as eleições e o Sr. Silva ganhou à primeira volta. Tirando a desvantagem óbvia de ter de o ver e ouvir durante mais cinco anos, pelo menos não teremos de levar com outras duas semanas de uma "campanha eleitoral". Podemos voltar às nossas vidinhas de sempre e os telejornais podem voltar a abrir com as notícias da bola.
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22 de janeiro de 2011
Pequenas coisas que fazem milagres # 4
Chá de canela Mariage Frères, bem quente, a acompanhar um sablé com doce de morango, num Sábado à tarde, enquanto lá fora o frio aperta. A dois, claro.
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21 de janeiro de 2011
Ainda as dúvidas
Lembrei-me de mais este facto inútil a propósito de bananas:
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| Eu conheço alguns seres humanos que partilham mais de 50% do ADN com as bananas, mas isso é outra conversa. |
E agora? Significa isto que o sumo de banana é, na verdade, sumo de meio ser humano? Que quando comemos uma banana somos 50% canibais?
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Apresento-vos Luke...
... o Professor do Ano! Professores que por aqui passam, aprendam a técnica.
Modern Family, uma das melhores comédias actuais.
Modern Family, uma das melhores comédias actuais.
20 de janeiro de 2011
Sonho de menina
Queria ser bailarina. O facto de não ter grande jeito para a dança e de não gostar de fazer exercício não me impedia de o desejar. Nunca segui esse sonho, fiz ginástica correctiva em vez de ballet, aprendi a nadar em vez de aprender a dançar, usei pilhas de livros em vez de usar tutú e sapatilhas de pontas.
Como eu gostava de conseguir fazer isto! Ainda hoje fico fascinada...
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Coincidência?
No dia de aniversário do nascimento de Edgar Allan Poe (o mestre do terror, fantástico, mistério, macabro, o que lhe queiram chamar, esse mesmo, o do Corvo, entre outros) é divulgado o nome escolhido por dois energúmenos para baptizar a filha (que não tem culpa de os ter como pais mas certamente os vai odiar para o resto da vida).
And the raven, never flitting, still is sitting, still is sitting
On the pallid bust of Pallas just above my chamber door;
And his eyes have all the seeming of a demon that is dreaming,
And the lamp-light o'er him streaming throws his shadow on the floor;
And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
On the pallid bust of Pallas just above my chamber door;
And his eyes have all the seeming of a demon that is dreaming,
And the lamp-light o'er him streaming throws his shadow on the floor;
And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted — nevermore!
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está tudo doido
18 de janeiro de 2011
Cores
O branco derreteu, o azul escondeu-se, o amarelo, envergonhado, não tem forças para romper o cinzento, o verde há muito deu lugar ao castanho. Sobrevive apenas o negro da noite, sempre igual a si próprio, imutável de Janeiro a Dezembro. Entre o cinzento-claro e o cinzento-escuro vão passando os dias. Sem cor, sem luz, pardacentos, sonolentos, cansados, arrastam-se languidamente de manhã à noite, do negro ao cinzento ao negro. Até o amarelo recuperar forças e transformar o cinzento em azul, o castanho em verde, vermelho, laranja, rosa, violeta. Até lá…
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17 de janeiro de 2011
Sheldon, claro, quem mais?
"Jim Parsons, foi reconhecido pela sua interpretação em «The Big Bang Theory», na corrida das séries de comédia ou musicais." (no Sapo)
Uma pequena amostra, aqui.
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16 de janeiro de 2011
Um dia...
...gostava de colocar uma placa como esta num candeeiro de Lisboa.
(Com as devidas alterações nos nomes e nas datas, claro.)
15 de janeiro de 2011
14 de janeiro de 2011
A vida ao contrário
Ao fim destes anos todos, descobri que passei a ser Virgem.
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That's the way to be
Come up to my lighthouse for I have something I wish to say
It can wait for a moment; well in fact
It can wait all day
I just wanted to bring you up here so you could have the chance to see
The beauty of this situation that
You could share with me
It may seem strange
To talk of love and then lighthouses
It's not strange
To me
All alone
You and I in our high tower
That's the way
To be
Some laugh at my lighthouse they say that it's just an ivory tower
But I don't mind because I know
Their envy grows by the hour
See I have a purpose up here to guide the ships upon their way
All this is mine; it could be yours too
What do you say?
It may seem strange
To talk of love and then lighthouses
It's not strange
To me
All alone
You and I in our high tower
That's the way
To be
Quem manda no corredor?
Nos gabinetes individuais, cada um é responsável pelo espaço e organiza-se como bem entender. Claro que há regras básicas a respeitar, como não fazer fogueiras ou não deixar a janela aberta ao fim do dia, mas tirando isso, cada um trata de si. Já os corredores são uma espécie de terra de ninguém: todos os usam, mas ninguém é responsável por eles. Daí que depois haja situações como a da colega do gabinete em frente ao meu que, sempre que chove, deixa o guarda-chuva aberto no corredor, encostado à parede do meu gabinete (diga-se de passagem que o gabinete dela tem o triplo do tamanho do meu porque ela é chefe e o raio do guarda-chuva cabia lá à vontade). De maneira que, sempre que quero sair, tropeço numa combinação de metal e tecido rosa choque. Reparei hoje que está ligeiramente torto de um lado. Não deve ter sido por causa do pontapé propositado que levou um destes dias…
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13 de janeiro de 2011
Gaivota
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Alexandre O'Neill
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Alexandre O'Neill
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12 de janeiro de 2011
Eu tenho de deixar de ver as notícias
No fim-de-semana foi o homicídio e respectivos comentários, depois foi o outro a pedir desculpa por ser falar português e ontem o que vejo? Pois bem, vejo a família do falecido, no aeroporto, a posar para os fotógrafos antes de embarcar no avião rumo a Nova Iorque para ir tratar da cerimónia fúnebre.
Sou só eu que não acho isto normal?
[Ou está tudo doido ou fui eu que fiquei maluca. Receio que a qualquer momento apareçam por aqui os senhores da bata branca para me levarem. A sério, acho que já faltou mais...]
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11 de janeiro de 2011
Fui só eu...
...que ouvi o Mourinho pedir desculpa por falar português ao agradecer o prémio que recebeu ontem? Eu nem acompanho estas coisas da bola, mas não me pareceu ouvir o Messi pedir desculpa por falar espanhol.
[Desculpem lá qualquer coisinha, mas eu continuo a escrever em português, se não se importarem. Mas se insistirem mesmo muito posso começar a usar palavras em estrangeiro também. Eu não quero que vos falte nada!]
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10 de janeiro de 2011
Preconceito, intolerância, estupidez...
Excertos de alguns comentários publicados no site do jornal Sol a propósito da morte de Carlos Castro. Sem comentários, da minha parte...
- O jovem modelo era tao bicha como o outro e se andava com o Castro era por interesse. Um queria um penis vigoroso ou/e um rabinho redondinho, o outro queria andar a curtir sem trabalhar. Provavelmente a bichona mais nova cortou a pila à outra porque descobiru que esta lhe andava a pôr os palitos com outro...
- Este LIXO ANTI-NATURA que o PINÓCRATES tem promovido, lá diz o ditado "diz com quem andas..", devia ser combatido pela sociedade com leis mais duras e não defendido como fazem alguns do mesmo clube.
- Ainda formalizaram uma lei (PS-Cavaco) para o casamento desta canalha. Renato deve ter atuado em legitima defesa de abusos. Eu faria o mesmo. Cambada...
- Lutemos pelo rápido regresso do Renato a Portugal que há cá muitos como o CC à espera do mesmo tratamento.
- ... contas bem feitas, é menos um larila!
- Pese embora tratar-se de uma vida humana que nunca merece morrer desta maneira, penso que gente desta não faz falta à sociedade. Antes, é um mau exemplo para a juventude que merece ter outras referências e nunca estas, transformadas em vedetas pelo telelixo!
- O Carlos Castro foi um prevertido!!!coitado do Ricardo Seabra, um miúdo "empurrado" pelo velho para o mundo da prostituição e do deboche!Deve ter sido violado, sequestrado e abusado em Nova Iorque!!!! UM VELHO DE 65 ANOS A NAMORAR COM UM MENINO DE 20?????agora que venham os FDP desses VIPS com cara de kú, chorarem a morte do larilas perverso....esta gente é quase toda uma escumalha mórbida e desiquilibrada, que vivem à custa do atraso mental deste País e deste Povo!Ainda falam de "paixão" fulminante entre o velho de 65 anos e o menino de 20 anos?????MAS ESTA m**** É ADMISSIVEL????? COITADO DO MIÚDO!!!!OXALÁ O MENINO SE SAFE DESTA TRAGÉDIA PORCA E SUJA!!!
- Estou profundamente chocada pelo facto de ter sido um miúdo de 20 anos a ter tido a coragem de eliminar à face da terra esta PORCARIA a que ainda chamavam Carlos. Espécimes deste género, declarados porcos maricas, já deveriam ter sido eliminados pela sociedade. Coitado do miúdo!
- Ou será que é saudável assistir-se ao desfile deste tipo de «casais» (neste caso formado por um par de indivíduos, um com 60 e tal anos e um rapaz de 20!), como uma coisa perfeitamente normal, como se fosse “amor à primeira vista”, tipo Romeu e Julieta? Aonde chega a demência, Santo Deus, ao ponto dum “cumentador” ter-se referido a um casal, explicando que se tratava dum homem e duma mulher (como se um casal pudesse ser outra coisa) e outro a tecer loas à adopção por homossexuais, que como é sabido assumem práticas contra-natura, isto é anti-procriação, mas que mesmo assim ainda se dão ao descaramento de quererem fantasiar aos papás e mamãs, como se fosse do interesse duma criança “ser filha” de João Roto e Manuel Galinhas.
- Este é mais um dos exemplos com que se está a educar a sociedade de hoje, obrigas esquerdistas de ***@. Para alguns panascões e amigos de panascões, estas aberrações são todas boazinhas, incluindo as que morrem capadas! Que se fod@m todas!
- MENOS UM PANELEIRO
- Nada se perdeu e um pouco se ganhou. Um predador sexual a menos a fazer perigar a vida dos vossos filhos, e outro na pildra onde, e pelo menos durante uns tempos, também não ameaçará muito. Nem sei por que se comentam factos irrelevantes, como o são todos os que concernem a paneleiragem
- "Ó Renato, Se abra, minino, Se abra!" - ouvia o rapazinho, com uma certa frequência, não demasiada, que os 65 anos sempre pesam o seu bocado. E eis que chega o dia em que o Renato decide não Seabrir mais. Em vez disso, abre a navalha, extirpa a origem do "mal", corta ao de leve os pulsos e abala para o hospital mais próximo. Que por acaso não era o dos malucos. Fim do primeiro capítulo. Aguardam-se ansiosamente os seguintes, na imprensa côr-de-rosa (e não só).
- Já se sabe que quem dá, leva. E leva a pila cortada...serviço bem feito!
- A promoção acelarada pelo governo e pelo BE dos direitos "gay", em Portugal, já está a dar os seus frutos. A imagem que está a passar na imprensa mundial é uma vitória para o país. Objectivo alcançado que são as palavras mais ouvidas últimamente.
- Esta notícia é muito mais chocante e escandalosa pelo que implica, na relação de cama de um velho gay com um puto, do que na essência do homocídio!!! O carlos castro arriscou a vida no mundo da marginalidade do sexo gay...e aconteceu! Agora fica o povo português normalito à espera dos comentários e do circo do Funeral com as bichonas gays e pedófilas à beira de um ataque de nervos, todas excitadas e provocadoras, deste país miserável e pobre, em todos os sentidos, à beira mar plantado!
- Esta notícia toca na pedofilia homosexual! um senhor de 65 anos com um rapaz de 21???? Vamos aguardar o funeral mediatico do malogroso cronista e as fitas que se seguem de histeria colectiva da bichona Castelo Branco, do histérico Goucha, das pupus Lili caneças e cinha jardim....Jà se devem estar a preparar para o Circo do funeral com toda a pompa e circunstância nogenta !!!
- Há crise, há crise mas a paneleiragem vai passar fins de semana em Nova Yorque...
- foi morrer longe, coitado... tinha ficado por Lisboa e não o tinham capado...
- As "virtudes do mundo Gay"...
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