29 de janeiro de 2011

28 de janeiro de 2011

Hoje


Felizmente, é sexta-feira.

27 de janeiro de 2011

Há gente com passatempos muito estranhos # 2

Isto ameaça tornar-se uma rubrica habitual...

Então agora dou com este que decidiu experimentar uma coisa nova todos os dias, durante um ano, e cronometrar o feito. Parece que a ideia é perceber a diferença entre o tempo real que demoramos a realizar uma acção e o tempo que percepcionamos. Ou seja, quer provar que time flies when you're having fun.

As experiências incluem tentar andar em cima de andas feitas em casa (ontem), cozinhar uma refeição numa lareira (dia 21), jantar com um sem-abrigo (dia 18), aprender Swahili sozinho, em casa (dia 14) ou ver tinta a secar (dia 11). No fim da experiência, o autor indica o tempo que lhe pareceu demorar e depois o tempo real. Se quiserem, também podem sugerir coisas que gostariam de o ver fazer.

26 de janeiro de 2011

Pequenas coisas que fazem milagres # 5

É chocolate do bom e café. Não pode haver combinação melhor!
Torna mais fácil o difícil recomeço de qualquer caminhada. Acho que já disse, mas repito: conheces-me bem demais!

É mais ou menos isto, sim




Falta dizer que nos vão invejando o Sol e a gastronomia, assim como nós invejamos o calor do Brasil ou de África, com a mesma superioridade de quem dá um elogio a uma criança que conseguiu resolver um exercício de matemática especialmente difícil.

25 de janeiro de 2011

Julieta, sem Romeu



Uma pessoa pega no livro e lê este resumo na contracapa:

"Annie lives in a dull town on England's bleak east coast and is in a relationship with Duncan which mirrors the place; Tucker was once a brilliant songwriter and performer, who's gone into seclusion in rural America - or at least that's what his fans think. Duncan is obsessed with Tucker's work, to the point of derangement, and when Annie dares to go public on her dislike of his latest album, there are quite unexpected, life-changing consequences for all three."

E pensa, ok, parece engraçado, divertido, Nick Hornby no seu melhor, a música e as relações complicadas e tal e coiso, está bem, costumo gostar, a Julieta não é a de Shakespeare mas dá para o gasto, ao menos uma pessoa distrai-se e diverte-se e ainda solta umas gargalhadas e/ou umas lágrimas pelo meio, deixa cá ver o que daqui sai. E vai daí, uma pessoa abre o livro e a primeira frase que lê é esta:
 
"They had flown from England to Minneapolis to look at a toilet."
 
E nem precisa de ler mais nada, compra o livro sem pensar mais no assunto e começa a lê-lo em casa e mal pode esperar para acabar.

24 de janeiro de 2011

Há gente com passatempos muito estranhos

Lembram-se disto? Ora bem, parece que afinal são trabalhos artísticos de Mariel Clayton, alguém com  uma paixão pela fotografia e uma relação amor/ódio mal resolvida com a Barbie. Deixo-vos mais algumas amostras, mas aconselho vivamente a que vejam tudo o resto no seu site. Surpreendente e divertido, no mínimo. E até é possível adquirir as obras de arte para pendurar na parede da sala. Ideal para quando se esperam visitas desagradáveis.

Barbie vai à discoteca

Barbie leiteira

Sushi de Barbie

Barbie femme fatale

Barbie mamã

Os amigos do Ken

Dúvidas de segunda-feira

23 de janeiro de 2011

É só vantagens

Acabaram as eleições e o Sr. Silva ganhou à primeira volta. Tirando a desvantagem óbvia de ter de o ver e ouvir durante mais cinco anos, pelo menos não teremos de levar com outras duas semanas de uma "campanha eleitoral". Podemos voltar às nossas vidinhas de sempre e os telejornais podem voltar a abrir com as notícias da bola.

22 de janeiro de 2011

Pequenas coisas que fazem milagres # 4


Chá de canela Mariage Frères, bem quente, a acompanhar um sablé com doce de morango, num Sábado à tarde, enquanto lá fora o frio aperta. A dois, claro.

Dia de reflexão

21 de janeiro de 2011

Ainda as dúvidas

Lembrei-me de mais este facto inútil a propósito de bananas:

Eu conheço alguns seres humanos que partilham mais de 50% do ADN com as bananas, mas isso é outra conversa.
E agora? Significa isto que o sumo de banana é, na verdade, sumo de meio ser humano? Que quando comemos uma banana somos 50% canibais?

Dúvidas de sexta-feira

Como é que se extrai o sumo de uma banana?

Como é que a partir disto...

...se faz isto?

Apresento-vos Luke...

... o Professor do Ano! Professores que por aqui passam, aprendam a técnica.


Modern Family, uma das melhores comédias actuais.

20 de janeiro de 2011

Sonho de menina


Queria ser bailarina. O facto de não ter grande jeito para a dança e de não gostar de fazer exercício não me impedia de o desejar. Nunca segui esse sonho, fiz ginástica correctiva em vez de ballet, aprendi a nadar em vez de aprender a dançar, usei pilhas de livros em vez de usar tutú e sapatilhas de pontas.

Como eu gostava de conseguir fazer isto! Ainda hoje fico fascinada...

Coincidência?

No dia de aniversário do nascimento de Edgar Allan Poe (o mestre do terror, fantástico, mistério, macabro, o que lhe queiram chamar, esse mesmo, o do Corvo, entre outros) é divulgado o nome escolhido por dois energúmenos para baptizar a filha (que não tem culpa de os ter como pais mas certamente os vai odiar para o resto da vida).

And the raven, never flitting, still is sitting, still is sitting
On the pallid bust of Pallas just above my chamber door;
And his eyes have all the seeming of a demon that is dreaming,
And the lamp-light o'er him streaming throws his shadow on the floor;
And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted — nevermore!

18 de janeiro de 2011

Cores

O branco derreteu, o azul escondeu-se, o amarelo, envergonhado, não tem forças para romper o cinzento, o verde há muito deu lugar ao castanho. Sobrevive apenas o negro da noite, sempre igual a si próprio, imutável de Janeiro a Dezembro. Entre o cinzento-claro e o cinzento-escuro vão passando os dias. Sem cor, sem luz, pardacentos, sonolentos, cansados, arrastam-se languidamente de manhã à noite, do negro ao cinzento ao negro. Até o amarelo recuperar forças e transformar o cinzento em azul, o castanho em verde, vermelho, laranja, rosa, violeta. Até lá…

17 de janeiro de 2011

Sheldon, claro, quem mais?

"Jim Parsons, foi reconhecido pela sua interpretação em «The Big Bang Theory», na corrida das séries de comédia ou musicais." (no Sapo)


Uma pequena amostra, aqui.

Ou não fosse segunda-feira...

16 de janeiro de 2011

Um dia...

...gostava de colocar uma placa como esta num candeeiro de Lisboa.

(Com as devidas alterações nos nomes e nas datas, claro.)

15 de janeiro de 2011

Um brinde!

14 de janeiro de 2011

A vida ao contrário

Ao fim destes anos todos, descobri que passei a ser Virgem.

That's the way to be



Come up to my lighthouse for I have something I wish to say
It can wait for a moment; well in fact
It can wait all day
I just wanted to bring you up here so you could have the chance to see
The beauty of this situation that
You could share with me

It may seem strange
To talk of love and then lighthouses
It's not strange
To me
All alone
You and I in our high tower
That's the way
To be

Some laugh at my lighthouse they say that it's just an ivory tower
But I don't mind because I know
Their envy grows by the hour
See I have a purpose up here to guide the ships upon their way
All this is mine; it could be yours too
What do you say?

It may seem strange
To talk of love and then lighthouses
It's not strange
To me
All alone
You and I in our high tower
That's the way
To be

Quem manda no corredor?

Nos gabinetes individuais, cada um é responsável pelo espaço e organiza-se como bem entender. Claro que há regras básicas a respeitar, como não fazer fogueiras ou não deixar a janela aberta ao fim do dia, mas tirando isso, cada um trata de si. Já os corredores são uma espécie de terra de ninguém: todos os usam, mas ninguém é responsável por eles. Daí que depois haja situações como a da colega do gabinete em frente ao meu que, sempre que chove, deixa o guarda-chuva aberto no corredor, encostado à parede do meu gabinete (diga-se de passagem que o gabinete dela tem o triplo do tamanho do meu porque ela é chefe e o raio do guarda-chuva cabia lá à vontade). De maneira que, sempre que quero sair, tropeço numa combinação de metal e tecido rosa choque. Reparei hoje que está ligeiramente torto de um lado. Não deve ter sido por causa do pontapé propositado que levou um destes dias…

13 de janeiro de 2011

Gaivota

Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.

Alexandre O'Neill





12 de janeiro de 2011

Eu tenho de deixar de ver as notícias

No fim-de-semana foi o homicídio e respectivos comentários, depois foi o outro a pedir desculpa por ser falar português e ontem o que vejo? Pois bem, vejo a família do falecido, no aeroporto, a posar para os fotógrafos antes de embarcar no avião rumo a Nova Iorque para ir tratar da cerimónia fúnebre.

Sou só eu que não acho isto normal?

[Ou está tudo doido ou fui eu que fiquei maluca. Receio que a qualquer momento apareçam por aqui os senhores da bata branca para me levarem. A sério, acho que já faltou mais...]

11 de janeiro de 2011

Fui só eu...

...que ouvi o Mourinho pedir desculpa por falar português ao agradecer o prémio que recebeu ontem? Eu nem acompanho estas coisas da bola, mas não me pareceu ouvir o Messi pedir desculpa por falar espanhol.

[Desculpem lá qualquer coisinha, mas eu continuo a escrever em português, se não se importarem. Mas se insistirem mesmo muito posso começar a usar palavras em estrangeiro também. Eu não quero que vos falte nada!]

10 de janeiro de 2011

Preconceito, intolerância, estupidez...

Excertos de alguns comentários publicados no site do jornal Sol a propósito da morte de Carlos Castro. Sem comentários, da minha parte...

- O jovem modelo era tao bicha como o outro e se andava com o Castro era por interesse. Um queria um penis vigoroso ou/e um rabinho redondinho, o outro queria andar a curtir sem trabalhar. Provavelmente a bichona mais nova cortou a pila à outra porque descobiru que esta lhe andava a pôr os palitos com outro...

- Este LIXO ANTI-NATURA que o PINÓCRATES tem promovido, lá diz o ditado "diz com quem andas..", devia ser combatido pela sociedade com leis mais duras e não defendido como fazem alguns do mesmo clube.

- Ainda formalizaram uma lei (PS-Cavaco) para o casamento desta canalha. Renato deve ter atuado em legitima defesa de abusos. Eu faria o mesmo. Cambada...

- Lutemos pelo rápido regresso do Renato a Portugal que há cá muitos como o CC à espera do mesmo tratamento.

- ... contas bem feitas, é menos um larila!

- Pese embora tratar-se de uma vida humana que nunca merece morrer desta maneira, penso que gente desta não faz falta à sociedade. Antes, é um mau exemplo para a juventude que merece ter outras referências e nunca estas, transformadas em vedetas pelo telelixo!

- O Carlos Castro foi um prevertido!!!coitado do Ricardo Seabra, um miúdo "empurrado" pelo velho para o mundo da prostituição e do deboche!Deve ter sido violado, sequestrado e abusado em Nova Iorque!!!! UM VELHO DE 65 ANOS A NAMORAR COM UM MENINO DE 20?????agora que venham os FDP desses VIPS com cara de kú, chorarem a morte do larilas perverso....esta gente é quase toda uma escumalha mórbida e desiquilibrada, que vivem à custa do atraso mental deste País e deste Povo!Ainda falam de "paixão" fulminante entre o velho de 65 anos e o menino de 20 anos?????MAS ESTA m**** É ADMISSIVEL????? COITADO DO MIÚDO!!!!OXALÁ O MENINO SE SAFE DESTA TRAGÉDIA PORCA E SUJA!!!

- Estou profundamente chocada pelo facto de ter sido um miúdo de 20 anos a ter tido a coragem de eliminar à face da terra esta PORCARIA a que ainda chamavam Carlos. Espécimes deste género, declarados porcos maricas, já deveriam ter sido eliminados pela sociedade. Coitado do miúdo!

- Ou será que é saudável assistir-se ao desfile deste tipo de «casais» (neste caso formado por um par de indivíduos, um com 60 e tal anos e um rapaz de 20!), como uma coisa perfeitamente normal, como se fosse “amor à primeira vista”, tipo Romeu e Julieta? Aonde chega a demência, Santo Deus, ao ponto dum “cumentador” ter-se referido a um casal, explicando que se tratava dum homem e duma mulher (como se um casal pudesse ser outra coisa) e outro a tecer loas à adopção por homossexuais, que como é sabido assumem práticas contra-natura, isto é anti-procriação, mas que mesmo assim ainda se dão ao descaramento de quererem fantasiar aos papás e mamãs, como se fosse do interesse duma criança “ser filha” de João Roto e Manuel Galinhas.

- Este é mais um dos exemplos com que se está a educar a sociedade de hoje, obrigas esquerdistas de ***@. Para alguns panascões e amigos de panascões, estas aberrações são todas boazinhas, incluindo as que morrem capadas! Que se fod@m todas!

- MENOS UM PANELEIRO

- Nada se perdeu e um pouco se ganhou. Um predador sexual a menos a fazer perigar a vida dos vossos filhos, e outro na pildra onde, e pelo menos durante uns tempos, também não ameaçará muito. Nem sei por que se comentam factos irrelevantes, como o são todos os que concernem a paneleiragem

- "Ó Renato, Se abra, minino, Se abra!" - ouvia o rapazinho, com uma certa frequência, não demasiada, que os 65 anos sempre pesam o seu bocado. E eis que chega o dia em que o Renato decide não Seabrir mais. Em vez disso, abre a navalha, extirpa a origem do "mal", corta ao de leve os pulsos e abala para o hospital mais próximo. Que por acaso não era o dos malucos. Fim do primeiro capítulo. Aguardam-se ansiosamente os seguintes, na imprensa côr-de-rosa (e não só).

- Já se sabe que quem dá, leva. E leva a pila cortada...serviço bem feito!

- A promoção acelarada pelo governo e pelo BE dos direitos "gay", em Portugal, já está a dar os seus frutos. A imagem que está a passar na imprensa mundial é uma vitória para o país. Objectivo alcançado que são as palavras mais ouvidas últimamente.

- Esta notícia é muito mais chocante e escandalosa pelo que implica, na relação de cama de um velho gay com um puto, do que na essência do homocídio!!! O carlos castro arriscou a vida no mundo da marginalidade do sexo gay...e aconteceu! Agora fica o povo português normalito à espera dos comentários e do circo do Funeral com as bichonas gays e pedófilas à beira de um ataque de nervos, todas excitadas e provocadoras, deste país miserável e pobre, em todos os sentidos, à beira mar plantado!

- Esta notícia toca na pedofilia homosexual! um senhor de 65 anos com um rapaz de 21???? Vamos aguardar o funeral mediatico do malogroso cronista e as fitas que se seguem de histeria colectiva da bichona Castelo Branco, do histérico Goucha, das pupus Lili caneças e cinha jardim....Jà se devem estar a preparar para o Circo do funeral com toda a pompa e circunstância nogenta !!!

- Há crise, há crise mas a paneleiragem vai passar fins de semana em Nova Yorque...

- foi morrer longe, coitado... tinha ficado por Lisboa e não o tinham capado...

- As "virtudes do mundo Gay"...

Preconceito, Fábrica de Letras

Contra factos...

9 de janeiro de 2011

8 de janeiro de 2011

O mau de uns é o bom de outros

Em Lisboa, comentei que o meu próximo carro será um jipe, simplesmente pelo facto de ser impossível andar pelas estradas portuguesas com um carro ligeiro. Entre os buracos escondidos e os remendos na estrada, tenho a sensação de ir aos saltos, saio do carro ainda meia a cambalear, parece quase uma montanha-russa ou um divertimento do género. Isto para não falar nas dores de costas, claro. Costumo dizer que chego ao destino mais cansada do que se fosse a pé.

De maneira que hoje, durante o passeio semanal para ir almoçar ao estrangeiro (que fica a pouco mais de meia hora de carro, mas isso não vem ao caso), quando vi sinais, muitos sinais mesmo, a avisar que o piso está danificado, pensei que iria atravessar uma zona de minas ou coisa parecida. E os sinais sucediam-se, a espaços, daqueles sinais amarelos colocados à pressa, mais os avisos nos painéis electrónicos: "Perigo! Piso em muito mau estado! Atenção aos buracos em formação!" e por aí fora.

O que vi, afinal? Dois buracos pequenitos na estrada, quase na berma. Dois. Não, não me enganei: dois. Um, dois. Dois! Uma estrada boa em Portugal, portanto.

E pensei que esta gente não sabe o que é um piso em mau estado...

Boas notícias


Este estaminé está acima da média. Mais factos inúteis aqui.

7 de janeiro de 2011

A culpa é da bolota!



Para começar bem o fim-de-semana, e enquanto não chega o quarto filme da série. Pobre esquilo (ou lá que bicho é aquele)!

6 de janeiro de 2011

Estranho

Apesar da pouca vontade de regressar, desta vez está a ser mais fácil. A angústia esgotou-se na véspera da viagem. A tristeza não embarcou comigo no avião. Ou talvez o stress provocado pelos funcionários hiper-competentes da TAP [que não sabiam se eu devia embarcar no Terminal 1 (voos internacionais) ou no 2 (voos domésticos) já que o voo internacional incluía paragem no Porto para encher a lata com mais sardinhas, quem me manda andar em voos complicados, a culpa é minha de certeza, e além disso ainda me fizeram pagar excesso de bagagem por uns míseros 5 quilos, a mim, que já vi gente entrar no avião praticamente com a casa às costas, e não me venham com a história da segurança e coiso e tal, porque depois de pagar a fortuna que me exigiram os 5 quilos já puderam vir lá dentro, isto em Lisboa, porque já no Porto fizeram-me desembarcar para voltar a embarcar no mesmo avião daí a meia hora, passando por um processo de embarque tão artesanal que devia ser considerado património cultural imaterial, vou só ali dar uma palavrinha à Unesco e já volto] e a dor de cabeça provocada pela magnífica e opulenta refeição servida a bordo [uma sandes que, além de horrível, é cada vez mais pequena, um "bolo" de chocolate que sabia a plástico e, vá lá, chá que eu não gosto de café, isto às 14h, tendo em conta que o voo foi às 10h mais o atraso da praxe, o que fez com que decorressem mais ou menos 7 horas entre o pequeno-almoço em casa e o "almoço" no avião] tenham conseguido abafar tudo o resto. Agora, finalmente, a calma. Pelo menos, até perceber quanto tempo são quatro meses...

Reconfortante

É aterrar num aeroporto baptizado com o nome de uma vítima de acidente aéreo.

5 de janeiro de 2011

As viagens de avião já não são o que eram

Então agora já ninguém aplaude quando o avião aterra???

4 de janeiro de 2011

Um dia gastronómico Ferpeito

Pequeno-almoço na pastelaria em frente: leite com chocolate da Ucal, bem frio como se quer, acompanhado por uma bola de Berlim cheia de creme. Almoço no Kaffeehaus, no Chiado: tiras de frango panadas com salada de batata e, para terminar, Apfelstrudel quente com gelado de baunilha. A meio da tarde, chocolate quente no Cacau Sampaka, no CC Amoreiras, e/ou um gelado no Santini, no Chiado (finalmente é possível comer gelados Santini durante o Inverno!). Jantar na pizzaria La Finestra. Sempre com a melhor companhia possível.

Há alternativas tão boas ou melhores, pois há. Mas constatei que esta combinação é mesmo ferpeita!

2 de janeiro de 2011

Resolução de ano novo

31 de dezembro de 2010

2010 - 2011

Ia escrever qualquer coisa sobre o ano que agora termina. Ia, mas já não vou. O que se passou neste ano já por aqui anda, de forma mais ou menos explícita. Prefiro esquecer o que correu menos bem e pensar que no próximo vai ser melhor. Nem tudo correu mal, claro, afinal foi o ano em que reencontrei velhos amigos e em que percebi que é possível estar perto estando longe (e viva o Facebook, digam lá o que disserem). E em que criei este blogue e encontrei por aqui pessoas extraordinárias. Mas, apesar das muitas coisas que fiz, há ainda tantas outras que quero fazer!

E para começar bem o novo ano, festa em casa de amigos, com tema doido e tudo! Para esquecer a crise, as tristezas, as desilusões, e dar as boas vindas a 2011. É só mais um dia a seguir ao outro? Pois é. Mas de alguma forma é sinónimo de recomeço e de novas possibilidades.

A todos vocês, desejo muita felicidade, amor e saúde no novo ano e que consigam tudo o que desejam.

Feliz 2011

30 de dezembro de 2010

O dia seguinte ao dia seguinte

Pois que no dia seguinte a um jantar daqueles nem houve coragem de escrever fosse o que fosse. Não era bem uma questão de ressaca, pelo menos não de álcool porque o nível consumido não foi assim tanto, foi mais uma ressaca da reunião de grandes amigos que se reencontraram ao fim de 15 anos. Não sabia que a ansiedade, a felicidade, a adrenalina (ou o que for) também davam direito a ressaca, mas pelos vistos...

Recordações que ficaram para a posteridade: muitas gargalhadas, muitos disparates, um restaurante inteiro a olhar-nos de lado, um gerente amargamente arrependido de ter reservado aquela mesa específica, alguém a cantar La Cucaracha... Os pormenores são demasiado... enfim... pois, é melhor não contar.

E para terminar a noite em beleza, nada como uma viagem de táxi com um taxista que tinha consumido muito mais álcool do que qualquer um de nós.

28 de dezembro de 2010

Ainda o Natal

Que não é mais do que um pretexto para reunir gente que não se via há 15 anos, ou mais. E que quando se junta, se esquece que já não tem 20 anos... Portanto, se esta noite virem um grupo de gente com idade para ter juízo (seja lá isso o que for) a fazer figuras menos próprias pelas ruas de Lisboa, já sabem: eu vou lá no meio. A verdade é que este jantar está a ser "organizado" (entre aspas, sim, porque de organização tem muito pouco) há meses, a animação e a ansiedade pelo reencontro estão ao rubro e até vai haver surpresas muito divertidas. Espero Tenho a certeza que a expectativa não vai sair gorada. É sem dúvida a melhor forma de terminar um ano que ficou marcado pelos reencontros.

27 de dezembro de 2010

Pode ser que os dicionários também estejam em saldo...

Bem sei que a marca é espanhola e que os espanhóis não são conhecidos pela fluência em línguas estrangeiras. Mas dai a confundir a sexta-feira com o domingo...


O ano não está indicado, mas garanto que é 2010. Ora carreguem aqui se querem ver!

24 de dezembro de 2010

Uma canção de Natal por dia

A última deste ano. Dedicada a todos os amigos virtuais que por aqui passam. Tenham um excelente Natal!



Through the years
We all will be together,
If the Fates allow

23 de dezembro de 2010

Uma canção de Natal por dia

Não podia faltar uma cantada pelo Rei! Clássico mais clássico não há.
(E esta não é sobre o Pai Natal, é mesmo sobre o menino Jesus - diz que é o aniversário que se celebra no Natal.)



Silent night, Holy night
All is calm, all is bright
Round yon Virgin Mother and Child
Holy Infant so tender and mild
Sleep in Heavenly peace
Sleep in Heavenly peace

Expliquem-me, por favor

Está toda a gente de férias? Eu estou, portanto é natural que ande às compras durante a tarde de um dia de semana. Mas ninguém trabalha em Lisboa nesta época? É o que parece. As lojas estão cheias de gente, as ruas estão cheias de gente, não há um lugar para estacionar, os centros comerciais e supermercados nem se fala... E isto é estando em crise! Depois venham queixar-se da falta de produtividade...

22 de dezembro de 2010

Uma canção de Natal por dia

Big Brother is Watching You! Ah não! É o Pai Natal...

Cantada por The Boss (que fala qualquer coisa parecida com francês ali pelo meio).



He sees you when you're sleeping
He knows when you're awake
He knows if you've been bad or good
So be good for goodness sake

20 de dezembro de 2010

Uma canção de Natal por dia

Não consegui decidir qual das duas versões prefiro: se a primeira, com um vídeo tão kitsch que é giro...



...se a segunda, cantada pelo Billy Idol. Nunca imaginei vê-lo nestes preparos, mas aí está ele:



What a bright time, it's the right time
To rock the night away

No avião

Hospedeira: Deseja um jornal?
Passageiro que se acha o melhor da rua dele: Um desportivo, por favor.
Hospedeira: Desportivos já não temos.
Passageiro que se acha o melhor da rua dele: Então um de política.

18 de dezembro de 2010

Uma canção de Natal por dia

Dedicada especialmente a todos os que estão longe de casa. E como é bom regressar no Natal! No meu caso, é já amanhã...



I'll be home for Christmas;
You can count on me.
Please have snow and mistletoe
And presents on the tree.
Christmas Eve will find me
Where the love-light gleams.
I'll be home for Christmas
If
only in my dreams.

Optimismo

17 de dezembro de 2010

Branco mais branco não há!





Hoje.

Uma canção de Natal por dia

A Meninaluaprimavera sugeriu esta já há uns dias e não ficou esquecida! Espero que gostes desta versão.



Dashing through the snow
In a one horse open sleigh
O'er the fields we go
Laughing all the way
Bells on bob tails ring
Making spirits bright
What fun it is to laugh and sing
A sleighing song tonight

A minha prima

Conheci-a apenas com alguns dias de vida, quando veio para casa da maternidade. Diziam que era igualzinha a mim, em bebé, e mostravam-me fotografias a comprovar. Era verdade, parecia um clone: loira, olhos azuis, muito branca, sempre a rir (eu, entretanto, mudei muito; ela não). Vi-a crescer, aprender a andar, aprender a falar, sobreviver ao divórcio dos pais e a tantas outras dificuldades que a marcaram para sempre e lhe foram roubando o sorriso, pouco a pouco. Excepto quando estava comigo ou com os meus pais. Passava dias inteiros na minha companhia, era praticamente a minha irmã mais nova, eu que nunca tive irmãos. De tal forma que me lembro de, certo dia na fase em que começava a falar, a mãe vir com ela pela mão perguntar-me o que ela queria porque não a entendia. Tratou-me (trata-me) sempre por Prima, nunca pelo meu nome próprio. Tem mais primos, naturalmente, mas esta forma de tratamento está reservada para mim. Ninguém tem dúvidas de quem ela fala quando fala da prima.

Naturalmente, com a idade afastou-se um pouco mais, depois a minha vida deu uma volta radical e deixámos de estar juntas tantas vezes. Na verdade, quase nem falamos durante o ano todo. Mas quando nos vemos... Aquele sorriso é sincero, não deixa margem para dúvidas, e as lágrimas que lhe/me surgem nos olhos também não. Há uns anos, surpreendemo-la no dia de aniversário e aparecemos na festa sem que ela soubesse. Chorou mais do que se lhe tivesse morrido alguém. Aparentemente, tem um ar duro, frio e infeliz. Mas na verdade é um coração mole que chora por tudo e por nada (talvez até nisto seja parecida comigo...).

A minha prima preferida nasceu há 25 anos.

16 de dezembro de 2010

Sugestões de prendas para o Natal # 3


Aposto que desta ideia já gostam!

A neve é minha amiga

São Pedro, afinal, é um querido. Compadecido com o meu post desta manhã, decidiu do alto da sua sabedoria enviar cá para baixo um nevão de proporções bíblicas (sim, sim, na Bíblia não nevava, blá blá blá, é só uma expressão para dizer que é um nevão buéda grande). As previsões eram tão optimistas que esta manhã mandavam o pessoal ficar em casa ou, sendo mesmo necessário sair de carro, levar na bagageira mantas, bebidas quentes e comida. Escusado será dizer que eu só ouvi isto quando já ia a meio do caminho, portanto continuei. Embora ligeiramente preocupada, confesso, afinal já me estava a imaginar presa dentro do carro, embrulhada numa manta que não tenho, a beber café quente e a comer uma sandocha que também não tenho... Mas estou a dispersar. Ora bem, naturalmente imbuídos do espírito natalício, os manda-chuva lá do tasco onde trabalho decidiram que, caso se confirmassem as previsões, os súbditos poderiam sair mais cedo (ena!). E que fez esta vossa amiga assim que viu o primeiro floco de neve cair na estrada e ficar agarradinho que nem uma lapa? Desligou tudo e pirou-se. De maneira que, à hora a que escrevo, estou em casa, no quentinho, e tenho a televisão ligada no Natal dos Hospitais que vou poder ver/ouvir durante o resto da tarde (coisa que não acontecia há anos!).

Obrigada, São Pedro, és o maior!

Uma canção de Natal por dia

A propósito do post desta manhã...



Nesta manhã de Natal
Há em todos os países
Muitos milhões de meninos, felizes

Indispensável no Natal

Não vou falar do bolo-rei, nem dos sonhos, nem sequer das azevias de grão ou do bacalhau. Das canções também não vale a pena, acho que já perceberam que não as dispenso. Poderia falar dos filmes que se repetem todos os anos na televisão (acreditam que nunca vi o Música no Coração inteirinho, até ao fim?), das prendas e da árvore de Natal, das decorações, da confusão na cidade, da reunião da família e dos jantares com os amigos. Tudo isto é indispensável no meu Natal, mas não é disso que quero falar.

Para mim, e não estou alcoolizada nem sob o efeito de qualquer substância menos legal capaz de alterar as capacidades cognitivas, indispensável na época que atravessamos é (segurem-se!) o Natal dos Hospitais.

[pequena pausa para se recomporem... trá-lá-lá, trá-lá-lá... já está? avancemos!]

Mas não é qualquer um! O único, o original, o melhor (?!?) é o da RTP. Os outros não passam de imitações baratas e recuso-me a ver um minuto sequer.

E perguntam vocês, caros leitores: Como é possível, Tulipa Negra, tu que tens esse bom gosto tão refinado, moça culta e viajada, como é possível gostares de ver o Natal dos Hospitais?

Pois, eu também gostava de saber... A verdade é que desde sempre me habituei a ver aquele programa em directo que começa logo de manhã e só termina na hora do Telejornal, primeiro no Porto, depois em Lisboa, primeiro com os artistas perfeitamente desconhecidos de quem nunca se ouviu falar, depois, à medida que se aproxima a hora nobre, vão aparecendo os mais conhecidos, culminando com a actuação mais ansiada por todos os doentes: Tony Carreira! (Querem apostar? Vão ver este ano!)

Ficam mais descansados se vos disser que não consigo ver o programa todo? Nem quero! Mas tenho de ver nem que seja só a última meia hora. Na verdade, para mim, o Natal só é Natal depois de ouvir o Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras a fechar a emissão do Natal dos Hospitais. É já hoje!

15 de dezembro de 2010

Imagens de Natal

Estrasburgo







 Trier




Uma canção de Natal por dia... ou toda a verdade sobre o Pai Natal!

No espírito da época que atravessamos, decidi oferecer esta prendinha a quem por aí anda que não gosta do Natal e, especialmente, da típica banda sonora que o acompanha. Espero que apreciem. Afinal, são os Monty Python!



Ho ho fucking ho,
What a crock o' shit,
We all work for Santa Claus,
We've had enough, we quit.
Cos we do all the fuckin' work while he stars in the show,
Stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.

I'm Rudolph and I quit.
Just who's he think he is?
That little fat cunt sat back in the sleigh,
crackin' that fuckin' whip.
And me stuck up the front, with these other useless cunts,
Stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.

Ho ho fucking ho,
What a crock o' shit,
We all work for Santa Claus,
We've had enough, we quit.
Cos we do all the fuckin' work while he stars in the show,
Stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.

And what about us elves,
we've had enough as well,
workin' in that freezing factory, it's cold as fucking hell,
we work until we drop, with our bollocks freezin' off,
stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.

Ho ho fucking ho,
What a crock o' shit,
We all work for Santa Claus,
We've had enough, we quit.
Cos we do all the fuckin' work while he stars in the show,
Stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.

I'm Santa Claus' wife,
I know what he's really like,
sneakin' into them little kid's rooms
he's a fuckin' paedophile,
A devious old drunk,
and I'm married to the cunt,
So stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.

Ho ho fucking ho,
What a crock o' shit,
We all work for Santa Claus,
We've had enough, we quit.
Cos we do all the fuckin' work while he stars in the show,
Stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.
Stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.
Stick yer Christmas up yer arse, ho ho fucking ho.

Ainda a festa de Natal do escritório

Estar longe, bem longe de Portugal, e ouvir dezenas de pessoas de outras nacionalidades ficar em silêncio porque se vai cantar o fado.

Melhor ainda: vê-los tentar acompanhar com palmas e um lá-lá-lá incentivado pela fadista, ver chegar outros que não estavam ainda na festa mas não quiseram perder o espectáculo, ver um búlgaro baloiçar o corpo ao ritmo de "Uma casa portuguesa", ouvir uma finlandesa repetir "Mais! Mais!" no fim de cada canção, uma holandesa dizer-me "Esta canção chama-se Abril em Portugal, é muito conhecida na Holanda!", explicar a uma grega o que significa "com certeza"...

Arrepiante.

Definitivamente, no estrangeiro aprecia-se melhor o que é Português.


[Devo dizer que não gosto de fado. Ou antes, sou capaz de ouvir um ou outro, consigo até cantarolar alguns à conta da minha memória que regista tudo quanto são letras de canções, mas não perco o meu tempo nem gasto o meu dinheiro para ouvir fado.]

14 de dezembro de 2010

Isto não seria possível antes

Falar com um amigo ao telefone para o informar de que está online no Facebook.

[Convém explicar que ele não está em casa, que é onde está o computador.]

Constatações de uma festa de Natal no escritório

Durante o dicurso da Directora não tocou um telemóvel. Tocaram dois.

E digam o que disserem, que o colesterol isto e aquilo, e mais as doenças cardiovasculares e a hipertensão e os ataques de caspa nas unhas, mas o certo é que quando se juntam pessoas de várias nacionalidades, havendo especialidades gastronómicas das mais variadas origens europeias, a comida portuguesa é sempre a primeira a desaparecer. E ainda perguntam se não há mais!

De desaparecimento mais rápido, só mesmo as bebidas alcoólicas. Chego até a pensar se Houdini não terá voltado, reencarnado numa garrafa de vinho tinto…

Uma canção de Natal por dia

E quando se junta o espírito de Natal com uma canção romântica... dá nisto!



I won't ask for much this Christmas
I don't even wish for snow
I'm just gonna keep on waiting
Underneath the mistletoe

Pré-constatações de uma festa de Natal no escritório

A festa está marcada para as 16h. Já se sabe que é preciso preparar tudo, arranjar as mesas, decorar o espaço, espalhar a comida e a bebida e ter tudo pronto antes de começarem a chegar os primeiros convivas (também conhecidos por alarves). Mas será necessário andar nisso desde manhã cedo?

Nunca pensei que uma simples festa de Natal fosse motivo para feriado... [bom, tirando a primeira, há 2010 anos, claro!]