17 de junho de 2010

Perdi-me

Em que mês estamos? Outubro? Novembro?
Hoje está mesmo um lindo dia de Inverno.

16 de junho de 2010

Fenómeno do Mundial

Constato com alguma admiração um fenómeno cíclico que acontece durante as competições futebolísticas internacionais: subitamente, toda a gente é perita em bola. Assim de repente, vindo do nada, salta uma conversa sobre o jogo de Portugal com a Costa do Marfim, com críticas aos jogadores em geral e ao treinador em particular, cambada de meninos de coro que só querem é fama e passear lá por África. Que o Ronaldo não joga nada, que o Queirós isto e aquilo, que só defendem e não atacam, que assim não se marcam golos como é que querem ganhar alguma coisa…

E quem tem estas conversas? Pessoal que acompanha regularmente as competições nacionais e internacionais e vibra com os sucessos ou fracassos da sua equipa? Não. Nitidamente, são pessoas que não percebem nada do assunto, nem sequer sabem quantos jogadores tem cada equipa, falam por ouvir os outros falar e criticam porque está na moda e falar mal dos outros é tão bom e tão fácil. Não é que eu perceba muito mais, mas ao menos não ando por aí a deitar postas de pescada como se fosse o maior entendido no assunto que alguma vez existiu.

O que vale é que isto só dura um mês (diz que provavelmente, para Portugal só dura mais uma semana) e depois temos descanso até ao próximo campeonato.

Já não se fazem moshes como antigamente

Já não ia a um concerto barulhento há uns tempos. Isto da idade e tal, uma pessoa começa a achar que já não lhe apetece andar metida na confusão e em casa é que se está bem ou numa sala de concerto com cadeiras confortáveis e uma acústica decente. Só que não pensei que as coisas tivessem mudado tanto.
Desde quando é que os punks/roqueiros/metálicos ou lá o que eles são (gajos grandes, gordos, guedelhudos, tatuados e cheios de piercings) usam tampões nos ouvidos durante os concertos???

15 de junho de 2010

Mas quem és tu?

Acabei de receber um e-mail de um colega a despedir-se porque é o seu último dia de trabalho aqui. Só que não faço a mais pálida ideia de quem seja a criatura.
Será que está na altura de começar a conviver mais com os colegas?

As coisas que se fazem por amor

Eu, por exemplo, vou ver estes gajos logo à noite. Nunca tinha ouvido falar deles, sequer. Espero sobreviver.

A propósito da bola

Lembrei-me que encontrei o Cristiano Ronaldo no cabeleireiro a fazer madeixas. Já lá vão uns anitos, é verdade. Ainda o moçoilo jogava no Sporting, devia ter uns 17 anitos, mal contados, e uma cara tão borbulhenta que era quase irreconhecível. Também já lá encontrei o Liedson, mais recentemente.
Pensando melhor, acho que vou mudar de cabeleireiro…

14 de junho de 2010

Não me aquenta nem me arrefenta

Nota prévia: post sobre coisas de gaja, o que nem é meu costume, mas pronto, hoje deu-me para aqui e também tenho direito, ou não?

Emagreci. E mesmo antes das férias de Verão. O que seria uma notícia bombástica para a maioria do mulherio que passa metade do ano a olhar para os doces e a dizer ai não posso, ai o meu bikini, ai o vestido de Verão, ai que tenho de perder peso, ai a dieta, ai ai ai… a mim, é-me quase indiferente. (Pronto, a roupa está larga e vou ter de comprar nova, mas é só por aí que isto me afecta.)

É certo que sempre fui magra, na adolescência parecia um esqueleto ambulante, mas mesmo agora não me preocupo por aí além com o peso. Dieta é coisa que nunca fiz e, até há pouco tempo, custava-me a perceber o conceito. Tendo em conta que consumo desalmadamente tudo quanto tenha açúcar, e quanto mais melhor, e ainda assim emagreço... É verdade, juro. Todas as semanas fica uma renda no supermercado só em bolachas, bolos, gelados e chocolates (sobretudo, chocolates). Não resisto, nem vale a pena tentar.

A julgar pelos olhares das minhas amigas, calculo que faça inveja a muito boa gente que, por mais dietas inovadoras que experimente, por mais comprimidos, cápsulas e chás que tome, ou até que deixe de comer de vez, fica sempre na mesma.

Vá meninas, insultem-me que eu aguento.

Mood do dia

13 de junho de 2010

Sabemos que está tudo bem no Mundo

Quando no Telejornal vemos uma reportagem sobre o supermercado onde os cozinheiros da selecção nacional de futebol se abastecem na África do Sul.
Com certeza, já não há guerras, nem crise, nem desemprego, nem...

Santo António

E eu aqui tão longe... 
Lisboa nasceu, pertinho do céu
Toda embalada na fé
Lavou-se no rio, ai ai ai menina
Foi baptizada na Sé !

Já se fez mulher e hoje o que ela quer
É bailar e dar ao pé
Vaidosa varina, ai ai ai menina
Mas que linda que ela é!

12 de junho de 2010

I've got a feeling

Parece-me que os jogos deste campeonato do mundo de futebol vão ser vistos sem som.
Irra, que já não se aguenta o barulho das cornetas! E ainda agora começou.

Eu não queria ir

Mas ainda bem que fui. De facto, não há como umas horas passadas em boa companhia, com bons amigos, para nos fazerem esquecer as tristezas. Pelo menos durante um tempo.
Isso, e quilos de chocolate, claro...

11 de junho de 2010

Desilusão

Dias e dias a pensar no assunto, a tentar não stressar, diz que a força do pensamento positivo é muito importante. Boa disposição é essencial, não desesperes. E de repente basta um telefonema com a notícia mais temida. Sinto o chão a fugir-me de baixo dos pés.
E agora? Volto ao início? Ou simplesmente desisto?

É sempre na melhor altura

Deve ser uma lei universal ou coisa do género, mas sempre que tenho um trabalho urgente para entregar alguma coisa tem de correr mal. Normalmente, por culpa do computador. Ou é o Word que deixa de funcionar, ou é o servidor que está em baixo, ou é a porcaria do programa de gestão do trabalho que decide empancar mesmo no momento em que eu mais preciso…

São horas da minha vida perdidas com estas coisas. Horas. Que não voltam! E o que fazem os “técnicos”? Arranjam uma coisa, mas estragam outra. Em tempo de crise, há que garantir que não perdem o emprego…

Regime de voluntariado

Sou só eu que tenho chefes estranhos? Começo a achar que atraio os incompetentes todos. Agora aqui o maioral decidiu deixar de distribuir trabalho e passou a perguntar quem se oferece para o fazer. Assim que aparece qualquer coisa, lá vem o e-mail da praxe. Ora a distribuição do trabalho faz parte das funções do chefe, que eu saiba. E é como diz o outro, voluntário só à força!

É que se for para eu decidir, pois com certeza, terei muito gosto. Desde que o meu salário passe a ser equivalente ao dele…

10 de junho de 2010

Incríveis, de facto

Com o campeonato do mundo de futebol a começar, é impossível escapar à avalanche de programas sobre o assunto que invadiram a televisão. Ainda esta noite, ao jantar, levei com uma coisa chamada "O Regresso dos Incríveis" (e não eram os da Disney).

Do pouco a que assisti, consegui perceber que o estereótipo do jogador de futebol burro, pintarolas e cromo está para durar. O primeiro que vi foi o Deco que tem, no jardim da sua casa em Londres ou arredores (escapou-me esse pormenor), uma cabine telefónica vermelha, tipicamente inglesa. Diz que já lá estava antes e quando o apresentador lhe perguntou, em tom de brincadeira, se funcionava, ele decidiu pegar no telefone e experimentar. Ok. Deco, filho, se não pagas conta desse telefone fixo é porque não está ligado à rede central, logo, provavelmente, não funciona. É decorativo, percebes? Digo eu, mas se calhar lá pelas Inglaterras a coisa funciona de outra maneira.

O resto foi o que se espera destas coisas: casas gigantescas, decoradas com gosto muito duvidoso, tudo em grande, muitos carros muito caros (o Cristiano herói da Pátria até conseguiu a proeza de chutar uma bola contra um Ferrari!)... Enfim, aquilo que estamos habituados a ver.

E o Nani a tocar piano. Isso, confesso, surpreendeu-me.

Cada vez somos menos

No dia de Portugal aparece esta notícia no DN a dizer que os portugueses estão a desaparecer. Cada vez nascem menos e morrem mais. Diz que a culpa disto também é da crise, pelo menos em parte.
A solução, talvez…

Previsão meteorológica


Pinguins no Verão?!

Poder da mente

Tinha um amigo que costumava dizer, por brincadeira, que tudo era possível com o poder da mente. No Inverno não tinha frio, no Verão não tinha calor e por aí fora – tudo devido ao poder da mente. Passava o tempo a dizer isto, só para irritar o resto do povo que tiritava de frio ou derretia com o calor. Se bem me lembro, a única coisa que ele não conseguia controlar com a mente era o relógio (era daquelas pessoas que nunca chegam a horas a lado nenhum).

Eu também gostava de acreditar que tudo se pode resolver só com o poder da mente ou do pensamento positivo ou da fé ou do que lhe quiserem chamar. Mas desconfio que não é verdade.

9 de junho de 2010

Já vem a caminho



Até que enfim!
Detesto ter de esperar um ano pelo livro de bolso, mas recuso-me a pagar mais de 20 euros por um livro que me pode custar 5.
Vamos lá ver se os correios se portam bem...