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6 de agosto de 2010
Sabemos que estamos em Portugal...
...quando, ao atravessar um parque natural, deparamos com uma cimenteira.
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22 de julho de 2010
Regresso ao futuro
O programa informático onde tenho de fazer o pedido de férias fez o favor de me dar esta informação preciosa:
Error: you cannot return before you leave!!!!
Ora ainda bem que me avisam, não fosse eu decidir regressar de férias ainda antes de partir. Sei lá que consequências é que isso teria para a minha saúde. E além disso não quero ir presa por desrespeitar as leis da física...
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21 de julho de 2010
18 de julho de 2010
Telefonemas
Tomara que todos os telefonemas com a família durassem os 2 minutos do costume pois era sinal de que estava tudo bem. Sempre que a conversa é mais prolongada é porque há algum problema, e normalmente grave.
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Sabemos que...
...alguma coisa não está bem quando durante horas temos na cara uns óculos que não são os nossos e só damos por isso quando os tiramos.
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17 de julho de 2010
79 anos, viúva, 3 filhos, 6 netos
Sempre teve alguns problemas de saúde, embora nada de muito grave. Naturalmente, com a idade esses problemas agravaram-se e outros surgiram inesperadamente. Nos últimos tempos, com a artrite reumatóide que entretanto também a atacou, quase não consegue andar. Ainda assim, quase sem se poder mexer, todos os dias faz o almoço para os netos mais novos. Desde que ficou viúva, a sua companhia é um gato que a neta lhe arranjou. Continua a sair de casa, quando pode, para fazer as suas compras, ir ao médico ou ao convívio da terceira idade. Mas como é, e sempre foi, muito teimosa, não pede ajuda a ninguém e acha que consegue fazer tudo sozinha. Nem ao filho que mora no apartamento do lado. Tem um feitio insuportável. É daquelas pessoas que acha que tem sempre razão e nem quando lhe provam, sem margem para dúvidas que está errada, nem aí dá o braço a torcer. Orgulhosa até dizer basta.
Agora, há coisa de uma semana, adoeceu a sério. Foi parar ao hospital, de urgência, e tem estado de cama nos últimos dias. O filho mais velho mora a uns 40Km de distância, o do meio no apartamento do lado e a filha mais nova emigrou, embora esteja actualmente de férias em Lisboa. Todos têm família e uma vida ocupada, naturalmente. Ainda assim, é a mãe que está doente, de cama. Pois quem tem ido ajudá-la é uma irmã, que mora longe e vem todos os dias, e uma vizinha. A nora que mora ao lado diz que anda doente e até ontem nem a tinha ido ver. A filha, passou por lá ontem e hoje, sendo que segunda-feira regressa ao trabalho. O outro filho apareceu hoje. Decidiram que vão arranjar alguém para lhe dar o almoço e limpar a casa. Como para compensar o facto de terem estado ausentes durante estes dias, agora tomam decisões, discutem, dão murros na mesa e trocam acusações.
O certo é que esta mulher de 79 anos, viúva, com 3 filhos e 6 netos, que sempre gostou de mandar nos outros e de dar ordens, de repente se vê numa cama, sozinha, indefesa e dependente da boa vontade alheia. Esperamos que seja apenas uma fase passageira e que daqui a dias já esteja a reclamar com toda a gente, como é seu hábito. Ainda assim, esta situação é um vislumbre do que a (nos?) espera. E não é nada bonito.
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14 de julho de 2010
Pensamento da manhã
Se em vez de andar na Internet estivesse a trabalhar, se calhar já tinha acabado o que tenho para fazer.
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13 de julho de 2010
Apetece-me
Sair daqui. Ir embora e não voltar. Levantar-me da cadeira, abrir a porta do escritório, descer no elevador, sair para a rua e ir apanhar ar fresco, sol, o vento na cara. Deixar para trás o ar condicionado e o trabalho por fazer. Passear na floresta, na cidade, junto ao rio, a pé, de bicicleta. Comer um gelado. Conversar. Sentar-me num banco de jardim a ler um livro. Cheirar as flores. Ver as crianças a brincar, os cães a correr. Abraçar-te. Beijar-te…
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10 de julho de 2010
9 de julho de 2010
Infelizmente, confirma-se
Por mais bonito que esteja o dia, por mais azul que esteja o céu, por mais brilhante que esteja o sol, por mais calor que faça, sempre que a empresa de limpezas vem lavar os vidros do edifício, chove.
Hoje não é excepção.
Hoje não é excepção.
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8 de julho de 2010
A propósito do post anterior
Lembrei-me que emprestei o DVD do Donnie Darko a uma colega já há uns bons 5 anos e nunca mais o vi. Por estas e por outras é que prefiro não emprestar nada a ninguém. Depois chamem-me egoísta!
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7 de julho de 2010
Sabemos que o filme é europeu (parte 2)...
...quando o amante do morto se apaixona pela viúva. Que entretanto descobre que está grávida. Do morto.
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6 de julho de 2010
Banda sonora da minha vida
Depois de uma conversa com amigos, comecei a pensar no facto de haver músicas que marcam momentos importantes das nossas vidas e que, por mais anos que passem, lhes ficam para sempre associadas. A música que tocava no rádio quando beijámos alguém a primeira vez (não faço ideia, mas é o exemplo clássico), a música que ouvíamos quando tivemos o acidente de carro (era Bon Jovi, vá lá alguém saber porquê), o primeiro concerto a que assistimos com aquela pessoa (Garbage)... Tudo momentos inesquecíveis, pelos melhores ou pelos piores motivos, e sempre associados a uma música.
Porém, no meu caso, a banda sonora que me tem acompanhado ao longo da vida é, digamos, diferente do que eu desejaria. Podia ser música clássica, podia ser rock ou pop ou até qualquer coisa indie, que agora parece que está na moda e fica bem. Mas não. Por exemplo, durante anos acordei todos os dias às 7h da manhã com a música da vizinha de cima: Marco Paulo, entrecortado pelos gritos da vizinha a tentar acordar os filhos. Acabei por ficar a conhecer as letras praticamente todas de cor. Eu sei, é triste. Já os tempos de estudante ficaram marcados para sempre pela obra desse grande senhor da música portuguesa: Quim Barreiros. Nós bem víamos a MTV (quando ainda passava música e não reality shows), mas nem me lembro do que ouvia, tirando uma ou outra excepção. Em contrapartida, do Quim, não me consigo esquecer. Começou pela tortura do dia de praxe, em que ouvi o Bacalhau da Maria durante algumas 8 horas ininterruptamente, e continuou nos concertos anuais durante a semana académica (admito, ainda fui ver alguns - era jovem, não pensava).
Ou seja, a música da minha vida resume-se aos amores do Marquinho e ao bacalhau do Quim, com uns intervalos menos maus pelo meio. A manter-se esta tendência, o meu velório terá o acompanhamento musical do Tony Carreira...
Porém, no meu caso, a banda sonora que me tem acompanhado ao longo da vida é, digamos, diferente do que eu desejaria. Podia ser música clássica, podia ser rock ou pop ou até qualquer coisa indie, que agora parece que está na moda e fica bem. Mas não. Por exemplo, durante anos acordei todos os dias às 7h da manhã com a música da vizinha de cima: Marco Paulo, entrecortado pelos gritos da vizinha a tentar acordar os filhos. Acabei por ficar a conhecer as letras praticamente todas de cor. Eu sei, é triste. Já os tempos de estudante ficaram marcados para sempre pela obra desse grande senhor da música portuguesa: Quim Barreiros. Nós bem víamos a MTV (quando ainda passava música e não reality shows), mas nem me lembro do que ouvia, tirando uma ou outra excepção. Em contrapartida, do Quim, não me consigo esquecer. Começou pela tortura do dia de praxe, em que ouvi o Bacalhau da Maria durante algumas 8 horas ininterruptamente, e continuou nos concertos anuais durante a semana académica (admito, ainda fui ver alguns - era jovem, não pensava).
Ou seja, a música da minha vida resume-se aos amores do Marquinho e ao bacalhau do Quim, com uns intervalos menos maus pelo meio. A manter-se esta tendência, o meu velório terá o acompanhamento musical do Tony Carreira...
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5 de julho de 2010
Sabemos que estamos a ficar velhos...
…quando, num concerto, escolhemos ir para o lado mais afastado do palco, longe da multidão, e ver tudo pelo ecrã gigante. Não foi assim há tantos anos que eu fui várias horas antes acampar à porta do estádio de Alvalade para arranjar lugar na primeira fila, pois não?
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1 de julho de 2010
Pensamento da tarde
A vontade de trabalhar é inversamente proporcional à quantidade de trabalho que tenho para fazer.
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trabalho
Sabemos que...
...o filme é europeu quando, nos primeiros dois minutos, vemos um nu frontal masculino.
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30 de junho de 2010
29 de junho de 2010
Carlos La Palice Queiroz
Diz ele: "Foi um jogo difícil".
Digo eu: Se fosse fácil, tinhas ganho.
Digo eu: Se fosse fácil, tinhas ganho.
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Preferia sofrer de amnésia
Reencontro com amigos de longa data que não via desde o século passado. Grande festa, claro, há tanto tempo, que bom! Mesmo, mesmo muito bom, voltar a falar com pessoas com quem partilhei tanto, como se tivessem passado apenas dois dias desde que nos despedimos a última vez. São estes os verdadeiros amigos, diria, aqueles com quem falamos como se nunca nos tivéssemos separado.
Só que de repente, uma palavra, um gesto, uma expressão facial, qualquer coisa insignificante, faz-me lembrar o motivo pelo qual nunca mais nos tínhamos visto e o ambiente torna-se constrangedor. Ninguém fala disso, mudamos de assunto, mas o certo é que nos zangámos e tivemos atitudes de que nos arrependemos. Era tão importante, naquela altura. E agora, ainda será? Talvez não, mas é impossível não recordar o que senti, o que dissemos, a forma como nos afastámos para nunca mais nos vermos. Fingimos que não se passou nada e tentamos voltar a ser amigos como antes, mas a verdade é que no fundo, bem lá no fundo, eu sei que também vocês se lembram de tudo, bem podem negar! E receio que a qualquer momento…
Só que de repente, uma palavra, um gesto, uma expressão facial, qualquer coisa insignificante, faz-me lembrar o motivo pelo qual nunca mais nos tínhamos visto e o ambiente torna-se constrangedor. Ninguém fala disso, mudamos de assunto, mas o certo é que nos zangámos e tivemos atitudes de que nos arrependemos. Era tão importante, naquela altura. E agora, ainda será? Talvez não, mas é impossível não recordar o que senti, o que dissemos, a forma como nos afastámos para nunca mais nos vermos. Fingimos que não se passou nada e tentamos voltar a ser amigos como antes, mas a verdade é que no fundo, bem lá no fundo, eu sei que também vocês se lembram de tudo, bem podem negar! E receio que a qualquer momento…
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reencontros
28 de junho de 2010
Afinal, em que ficamos?
Regressar a casa, rever família e amigos, é bom. Muito bom, mesmo. É, não é? Pois é. Excepto quando começa a lengalenga do costume: Então e quando voltas de vez? Aquilo lá não é para ti! Vais ficar mesmo por lá? Mas é tão longe! Gostas de lá estar? E não é muito frio? E as pessoas não são antipáticas? Aqui está-se melhor, faz sol e bom tempo. Vem-te mas é embora que aqui é que se está bem.
A isto seguem-se horas a dizer mal do governo, do país, da economia, do tempo, do desemprego, dos impostos e agora até da selecção nacional de futebol.
A isto seguem-se horas a dizer mal do governo, do país, da economia, do tempo, do desemprego, dos impostos e agora até da selecção nacional de futebol.
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