Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens

7 de novembro de 2010

Domingo à tarde



E quando não há nada para fazer? Procuram-se estas coisas giras no youtube...

3 de novembro de 2010

No rádio

- Já de seguida, os És Especial, com "Deixas Saudade".

Identificaram? Pois. Era disto que ele falava:



E aprender os nomes dos cantores e das canções antes de os anunciar, não?

7 de outubro de 2010

Já não é novo

Mas continua a ser genial!

19 de setembro de 2010

Fa fa l'americano

Uma das músicas mais divertidas dos últimos tempos - e o vídeo é o máximo!

5 de setembro de 2010

I wanna do real bad things with you




Maratona de True Blood durante o fim-de-semana. É oficial: estou viciada nestes vampiros.

29 de julho de 2010

O verdadeiro serviço público

Isto de ir de férias e apanhar uma gripe logo no primeiro dia tem as suas vantagens. Já que não posso sair de casa, aproveito para ver os maravilhosos programas que a televisão tem para oferecer durante o dia. Precisamente num desses programas (no caso, na RTP 1) descobri alguma da melhor música portuguesa actual, devidamente acompanhada pelo João Baião aos saltos (há que reconhecer que não é qualquer um que aguenta um programa de mais de 5 horas sempre naquele ritmo, que ele tem energia, lá isso tem). Ora bem, deixo-vos aqui alguns exemplos que achei por bem partilhar convosco, já que não sou egoísta.

O primeiro é o Zé do Pipo, pelo que me parece um pretendente ao trono do Quim Barreiros. Embora neste vídeo não se veja bem, o bigode é falso e, na actuação durante o programa, estava meio descolado, o que lhe dava um ar ainda mais parvo interessante.



Seguiram-se as Cravo e Canela, duas moças com tanto jeito para cantar e dançar como eu, com a diferença que eu não vou fazer figuras tristes para a televisão.




Houve ainda o José Qualquercoisa Reis, que nitidamente pretende capitalizar com a utilização de um nome parecido com o do José Alberto Reis, esse grande vulto da pimbalhada música romântica portuguesa. O melhor deste era mesmo o coro, com fatos a lembrar os vestidos de espanhola que as meninas usam no Carnaval. Mas como não me lembro do nome exacto do senhor, não há vídeo a ilustrar.

Ainda actuaram também o Emanuel, que dispensa apresentações, o Graciano Saga, mas esse já teve direito a destaque aqui há uns dias, assim como um grupo de Kuduro que se queixava do calor que estava para andar a fazer aquelas piruetas. Pudera! Estavam na praia do Baleal, às 4 da tarde, à torreira do sol, todos vestidos incluindo gravata. Esperavam o quê, neve?

Escusado será dizer que todas estas actuações em directo foram realizadas no mais puro e mal disfarçado playback. E pronto, assim se alargam os horizontes musicais das domésticas, doentes, reclusos e outras pessoas que não podem sair de casa. Este sim, é o verdadeiro serviço público.

23 de julho de 2010

Ainda bem que eu vou de avião

Oiçam bem até ao fim. A história é trágica e a letra é de fazer chorar as pedras da calçada.



Agradeço à minha amiga L. por me ter dado a conhecer esta pérola da música portuguesa.

6 de julho de 2010

Banda sonora da minha vida

Depois de uma conversa com amigos, comecei a pensar no facto de haver músicas que marcam momentos importantes das nossas vidas e que, por mais anos que passem, lhes ficam para sempre associadas. A música que tocava no rádio quando beijámos alguém a primeira vez (não faço ideia, mas é o exemplo clássico), a música que ouvíamos quando tivemos o acidente de carro (era Bon Jovi, vá lá alguém saber porquê), o primeiro concerto a que assistimos com aquela pessoa (Garbage)... Tudo momentos inesquecíveis, pelos melhores ou pelos piores motivos, e sempre associados a uma música.

Porém, no meu caso, a banda sonora que me tem acompanhado ao longo da vida é, digamos, diferente do que eu desejaria. Podia ser música clássica, podia ser rock ou pop ou até qualquer coisa indie, que agora parece que está na moda e fica bem. Mas não. Por exemplo, durante anos acordei todos os dias às 7h da manhã com a música da vizinha de cima: Marco Paulo, entrecortado pelos gritos da vizinha a tentar acordar os filhos. Acabei por ficar a conhecer as letras praticamente todas de cor. Eu sei, é triste. Já os tempos de estudante ficaram marcados para sempre pela obra desse grande senhor da música portuguesa: Quim Barreiros. Nós bem víamos a MTV (quando ainda passava música e não reality shows), mas nem me lembro do que ouvia, tirando uma ou outra excepção. Em contrapartida, do Quim, não me consigo esquecer. Começou pela tortura do dia de praxe, em que ouvi o Bacalhau da Maria durante algumas 8 horas ininterruptamente, e continuou nos concertos anuais durante a semana académica (admito, ainda fui ver alguns - era jovem, não pensava).

Ou seja, a música da minha vida resume-se aos amores do Marquinho e ao bacalhau do Quim, com uns intervalos menos maus pelo meio. A manter-se esta tendência, o meu velório terá o acompanhamento musical do Tony Carreira...

5 de julho de 2010

Coisas que eu gostava mesmo de saber

O que será que o Rui Reininho consome quando escreve as letras das músicas dos GNR?

Para o caso de estarem curiosos

Foi o Ben Harper. Não é muito a minha onda, conheço apenas uma ou outra música que passa mais no rádio, mas como era ao ar livre e gratuito, decidi aproveitar. Reconheço que o rapaz tem uma voz bonita e toca bem, assim como os músicos que o acompanham. Ainda assim, durante o concerto que vi pela televis…, perdão, pelo ecrã gigante, não consegui deixar de pensar em duas coisas:
  1. O Ben Harper pode perceber muito de música, mas não sabe contar. A banda chama-se Ben Harper and the Relentless 7, portanto eu estava à espera de ver 8 tipos em cima do palco. Só lá estavam 4, os outros perderam-se pelo caminho, com certeza. Ou então, quando deram o nome à banda, estavam a ver a dobrar. Também é possível.
  2. Fazer tatuagens à volta dos cotovelos é coisa para doer, e muito. Imagino, porque eu fujo das agulhas como o diabo da cruz!

15 de junho de 2010

As coisas que se fazem por amor

Eu, por exemplo, vou ver estes gajos logo à noite. Nunca tinha ouvido falar deles, sequer. Espero sobreviver.

30 de maio de 2010

Rock in Rio

Depois do dia infantil, hoje é o dia metalúrgico.

27 de maio de 2010

18 de maio de 2010

10 de maio de 2010

This bed is on fire

Hoje lembrei-me de uma música que não ouvia há muito tempo, depois de ler uma notícia que diz que estes senhores voltam a Portugal este ano. Para começar bem a semana.

6 de maio de 2010

Ofereço-te uma rosa

Uma música italiana com um poema lindo, ainda que um pouco deprimente. Vale a pena ouvir e ler.
Ti regalerò una rosa, de Simone Cristicchi





Ti regalerò una rosa
Una rosa rossa per dipingere ogni cosa
Una rosa per ogni tua lacrima da consolare
E una rosa per poterti amare
Ti regalerò una rosa
Una rosa bianca come fossi la mia sposa
Una rosa bianca che ti serva per dimenticare
Ogni piccolo dolore


Mi chiamo Antonio e sono matto
Sono nato nel ’54 e vivo qui da quando ero bambino
Credevo di parlare col demonio
Così mi hanno chiuso quarant’anni dentro a un manicomio
Ti scrivo questa lettera perché non so parlare
Perdona la calligrafia da prima elementare
E mi stupisco se provo ancora un’emozione
Ma la colpa è della mano che non smette di tremare


Io sono come un pianoforte con un tasto rotto
L’accordo dissonante di un’orchestra di ubriachi
E giorno e notte si assomigliano
Nella poca luce che trafigge i vetri opachi
Me la faccio ancora sotto perché ho paura
Per la società dei sani siamo sempre stati spazzatura
Puzza di piscio e segatura
Questa è malattia mentale e non esiste cura


Ti regalerò una rosa
Una rosa rossa per dipingere ogni cosa
Una rosa per ogni tua lacrima da consolare
E una rosa per poterti amare
Ti regalerò una rosa
Una rosa bianca come fossi la mia sposa
Una rosa bianca che ti serva per dimenticare
Ogni piccolo dolore


I matti sono punti di domanda senza frase
Migliaia di astronavi che non tornano alla base
Sono dei pupazzi stesi ad asciugare al sole
I matti sono apostoli di un Dio che non li vuole
Mi fabbrico la neve col polistirolo
La mia patologia è che son rimasto solo
Ora prendete un telescopio… misurate le distanze
E guardate tra me e voi… chi è più pericoloso?


Dentro ai padiglioni ci amavamo di nascosto
Ritagliando un angolo che fosse solo il nostro
Ricordo i pochi istanti in cui ci sentivamo vivi
Non come le cartelle cliniche stipate negli archivi
Dei miei ricordi sarai l’ultimo a sfumare
Eri come un angelo legato ad un termosifone
Nonostante tutto io ti aspetto ancora
E se chiudo gli occhi sento la tua mano che mi sfiora


Ti regalerò una rosa
Una rosa rossa per dipingere ogni cosa
Una rosa per ogni tua lacrima da consolare
E una rosa per poterti amare
Ti regalerò una rosa
Una rosa bianca come fossi la mia sposa
Una rosa bianca che ti serva per dimenticare
Ogni piccolo dolore


Mi chiamo Antonio e sto sul tetto
Cara Margherita sono vent’anni che ti aspetto
I matti siamo noi quando nessuno ci capisce
Quando pure il tuo migliore amico ti tradisce
Ti lascio questa lettera, adesso devo andare
Perdona la calligrafia da prima elementare
E ti stupisci che io provi ancora un’emozione?
Sorprenditi di nuovo perché Antonio sa volare.

Banda sonora para hoje