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12 de abril de 2011

Não desapareci, mas pouco falta

Continuo aqui, mas nem sempre tenho forças para escrever e ainda menos para vos ler como de costume. Diz que mais um mesito e deve voltar tudo ao normal. Espero bem que sim! Entretanto, vou aproveitar uns merecidos dias de férias, um Verão antecipado, o Sol, a família e os amigos.


E os gelados do Santini, que ainda devem ser melhores para os enjoos do que os outros!

9 de março de 2011

Pedimos desculpa pela interrupção

A programação normal prossegue dentro de momentos, quando a autora tiver descansado das férias.


E com tantos dias que podia escolher para umas mini-mini-férias, logo tinham de calhar no fim-de-semana com mais acontecimentos do ano: Homens da Luta na Eurovisão? Carnaval? Dia da Mulher? Até o Sporting conseguiu ganhar um jogo! Vendo bem, deve estar tudo relacionado...

4 de setembro de 2010

2 de setembro de 2010

Rentrée

Regressar ao trabalho mais de um mês depois é duro. Pensar em horários, rotinas, obrigações depois de um mês a dormir quando queria, a fazer o que me apetecia, todos os dias, custa muito. Voltar a vestir roupa de gente crescida depois de semanas seguidas de havaianas nos pés é difícil. Passar dos quase 40º de Lisboa para uns míseros 16º, e ainda estamos no início de Setembro, é caso para dar cabo do sistema a qualquer um, quanto mais a mim que sou sensível a estas coisas. De um dia para o outro deixar de ver o mar, o Tejo, Lisboa e, não tarda nada, o sol. Deixar lá longe a família e os amigos e pensar que só os revejo daqui a uns meses. E de repente parece que tudo o que é bom ficou ali, naquele mês de Agosto (cliché, eu sei), passado entre as casas da família e a praia e a cidade e o trânsito e os jantares com os amigos e tudo o resto que faz de mim o que sou e que me faz tanta falta durante o resto do ano. A começar já hoje.

Ainda agora voltei

E já me ia embora outra vez.

29 de agosto de 2010

As férias não são férias sem

Lisboa
Comer gelados Santini no Chiado
Bom tempo
Praia
Sol
Comer gelados Santini em Cascais
Sofrer com o calor abrasador e adorar
Notícias de incêndios e o cheiro a fumo, mesmo em Lisboa
Viagens de avião, de carro e de comboio, só faltou mesmo um barco
Passeios à beira-mar
Nadar no mar e na piscina
Acabar de ler os livros que tinha previsto para durante as férias e comprar mais um monte deles, aproveitando as promoções de "Pague 2, Leve 3" da Fnac
Comer gelados Santini no Chiado
Almoçar com a família
Passear com a família
Visitar a família
Jantar com a família
Ficar farta de aturar a família, mas ter de continuar a fazê-lo para não ofender ninguém (até porque dentro de alguns dias afasto-me novamente e depois sinto-lhes a falta, por isso o melhor é aproveitar enquanto posso)
Comer gelados Santini em Cascais
Almoçar numa esplanada da praia com uma amiga de longa data a quem tinha perdido o rasto
Jantar com um grupo de amigos numa esplanada e fazer uma chinfrineira como quando tínhamos 20 anos
Ir a um jogo de futebol pela primeira vez e jurar para nunca mais, está feito, está feito, mas não é para repetir
Comer uma bola de Berlim cheia de creme ao pequeno-almoço, acompanhada por um leite de chocolate Ucal gelado
Comer gelados Santini no Chiado
Pelo menos um dia de chuva
Picadelas de mosquitos porque, para variar, me esqueci do repelente
Almoçar peixe grelhado, do bom, e pagar uma ninharia
Comer gelados Santini em Cascais
Tirar uma montanha de fotografias e aproveitar apenas meia-dúzia
Ir ao cinema
Ir ao Alentejo comer migas de espargos com entrecosto
Ter a sensação de que havia muito mais para fazer, mas o tempo foi pouco

Apanhar uma gripe à chegada e ter uma crise alérgica à partida. Nenhumas férias de Verão ficam completas sem a devida passagem pelas urgências de um hospital...

28 de agosto de 2010

No restaurante

No fim da refeição
Empregado: Desejam café?
Cliente convencido que é engraçado: Tem cevada?
Empregado (com voz de quem acha a pergunta idiota mas não pode dizer nada porque está a falar com um cliente): Não...
Cliente cada vez mais convencido que é engraçado: Então era uma imperial!

25 de agosto de 2010

Serviço público

Na Estrada Nacional 125, no Algarve portanto, perto de Faro, está um veículo automóvel para venda (ou estava na semana passada quando lá passei, é possível que já tenha sido despachado entretanto). Aqui ficam as fotos ilucidativas. É bom saber que já não se usa só o tradicional "Trata" seguido de um número de telefone (penso sempre que o carro em causa deve ter alguma doença terminal). Só por isso, já merecia ter sido vendido.



Ou isso, ou o proprietário tem uma profissão interessante...

Modern Family Entertainment


No meu tempo, jogávamos às cartas. Hoje se calhar também, mas das electrónicas.

24 de agosto de 2010

À beira da piscina II

E para além do que descrevi no post anterior, também se via disto:

À beira da piscina

Uma jovem espanhola, de vinte e poucos anos, arranja as unhas. Primeiro usa o corta-unhas, depois a lima e, por fim, deve ter usado o verniz. Faz sentido, já que ela passava o dia inteiro ali estendida, portanto não tinha outro sítio onde fazer este tipo de coisas. Vim-me embora e ela ainda lá ficou, pelo que não assisti à sessão de depilação com bandas de cera que certamente deve ter ocorrido uns dias depois...

Quem poderia ter usufruído dessa sessão de depilação, se não tivesse ido embora mais cedo, era uma senhora alemã, mãe de 2 filhos adolescentes, com pêlos nas axilas que lhe chegavam ao cotovelo. Pronto, exagero, mas havia por lá homens com menos pilosidade corporal do que ela. E teimava em usar vestidos de alças todos os dias, a toda a hora.

E não posso deixar de referir uma família polaca (enfim, da Europa de leste, pelo menos). Mãe e filha comportavam-se quais estrelas de Hollywood, de saltos altos à beira da piscina, aparecendo todos os dias com uma indumentária diferente, inclusivamente mudando de roupa a meio da manhã, e sempre, sempre, muito produzidas. A indumentária nocturna então, era demasiado cómica para ser verdade! É possível que fossem famosas lá na terra delas, mas ali ninguém as conhecia de parte nenhuma. Já o pai/marido, que seguia sempre religiosamente pelo menos meio metro atrás delas e se deitava numa espreguiçadeira afastada, desempenhava o papel de criado obediente.

Depois havia ainda uma família portuguesa com um filho dos seus 3 anos que era igualzinho ao Harry Potter, só lhe faltava a varinha, uma avó idosa, de bengala, que mal se podia mexer, um filho adolescente sempre de t-shirt preta, um pai que fumava cachimbo e uma mãe sempre preocupada em reunir o máximo de espreguiçadeiras possível, mesmo que fossem apenas 5 pessoas. É verdade que cada um valia por dois, e não fossem as camas partir o melhor era juntar duas...

Ah, e também não posso esquecer o outro casal que reservava sempre as mesmas duas espreguiçadeiras estendendo um cobertor (sim, cobertor!) que tinha a foto de uma flor gigante. Não sei se se levantavam de madrugada para ir estender o belo do cobertor ou se o deixavam lá durante a noite, mas o certo é que estava constantemente estendido.

Além disto, o normal: pais que gritam com os filhos, hóspedes gordos que se atiram para a piscina, despejando-a, pessoas que participam em tudo quanto sejam actividades físicas nas férias mesmo que durante o resto do ano não levantem o traseiro do sofá, e crianças que choram, que riem, que correm, que molham toda a gente à sua passagem.

Ah, as férias...

23 de agosto de 2010

Ferpeito, ferpeito...

...é percorrer 50Km para ir ver um concerto dos Xutos e Pontapés (que não vejo ao vivo há uns bons anos) ao Festival do Marisco a Olhão, chegar lá e perceber que foram substituídos pela Daniela Mercury, voltar para trás e percorrer mais 50Km de volta ao local de partida. O que vale é que a gasolina está barata.

Dia de férias ferpeito

Passear de manhã numa praia quase deserta.



Passar a tarde à beira da piscina, à sombra das palmeiras, com um bom livro.


Ler, nadar, apanhar sol, descansar. Era capaz de me habituar a esta vida...

11 de agosto de 2010

Fui

...mas volto.

29 de julho de 2010

O verdadeiro serviço público

Isto de ir de férias e apanhar uma gripe logo no primeiro dia tem as suas vantagens. Já que não posso sair de casa, aproveito para ver os maravilhosos programas que a televisão tem para oferecer durante o dia. Precisamente num desses programas (no caso, na RTP 1) descobri alguma da melhor música portuguesa actual, devidamente acompanhada pelo João Baião aos saltos (há que reconhecer que não é qualquer um que aguenta um programa de mais de 5 horas sempre naquele ritmo, que ele tem energia, lá isso tem). Ora bem, deixo-vos aqui alguns exemplos que achei por bem partilhar convosco, já que não sou egoísta.

O primeiro é o Zé do Pipo, pelo que me parece um pretendente ao trono do Quim Barreiros. Embora neste vídeo não se veja bem, o bigode é falso e, na actuação durante o programa, estava meio descolado, o que lhe dava um ar ainda mais parvo interessante.



Seguiram-se as Cravo e Canela, duas moças com tanto jeito para cantar e dançar como eu, com a diferença que eu não vou fazer figuras tristes para a televisão.




Houve ainda o José Qualquercoisa Reis, que nitidamente pretende capitalizar com a utilização de um nome parecido com o do José Alberto Reis, esse grande vulto da pimbalhada música romântica portuguesa. O melhor deste era mesmo o coro, com fatos a lembrar os vestidos de espanhola que as meninas usam no Carnaval. Mas como não me lembro do nome exacto do senhor, não há vídeo a ilustrar.

Ainda actuaram também o Emanuel, que dispensa apresentações, o Graciano Saga, mas esse já teve direito a destaque aqui há uns dias, assim como um grupo de Kuduro que se queixava do calor que estava para andar a fazer aquelas piruetas. Pudera! Estavam na praia do Baleal, às 4 da tarde, à torreira do sol, todos vestidos incluindo gravata. Esperavam o quê, neve?

Escusado será dizer que todas estas actuações em directo foram realizadas no mais puro e mal disfarçado playback. E pronto, assim se alargam os horizontes musicais das domésticas, doentes, reclusos e outras pessoas que não podem sair de casa. Este sim, é o verdadeiro serviço público.

24 de julho de 2010

Programa para as próximas semanas

Férias. Sol. Mar. Praia. Família. Amigos. Descansar. Dormir. Viajar. Passear. Livros. Cinema. E tudo o que não consigo fazer durante o resto do ano.

Primeiro destino


Seguem-se uns dias por estas bandas

Foto tirada da Internet

E mais uns num sítio parecido com este

Foto tirada da Internet

O que significa que, durante uns tempos, isto por aqui vai andar (um bocadinho) parado. Mas eu volto...

22 de julho de 2010

Regresso ao futuro

O programa informático onde tenho de fazer o pedido de férias fez o favor de me dar esta informação preciosa:

Error: you cannot return before you leave!!!!

Ora ainda bem que me avisam, não fosse eu decidir regressar de férias ainda antes de partir. Sei lá que consequências é que isso teria para a minha saúde. E além disso não quero ir presa por desrespeitar as leis da física...

15 de julho de 2010

Queria estar aqui


Ou noutro sítio parecido. Felizmente, já não falta muito.

30 de junho de 2010

28 de junho de 2010

Há coisas que nunca mudam

Uma pessoa passa uma semana de férias, sem pensar no trabalho, faz por ignorar as confusões e os problemas, consegue até esquecer as passwords e os códigos que usa todos os dias, quase nem se lembra da cara dos doidos com quem tem de conviver oito horas por dia, cinco dias por semana. Regressa, fresca que nem uma alface e pronta para se agarrar ao trabalho com unhas e dentes (é mentira, mas não importa), e começa logo a levar com os números todos do costume. Em menos de duas horas, os efeitos das férias foram-se. Extraordinário.