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30 de maio de 2010
Manhã de domingo
Gosto das manhãs de domingo, quando o mundo inteiro ainda dorme. Não há barulho, não se ouvem vozes, nem carros a passar na rua, nem telefones a tocar. O tempo corre devagarinho. Ninguém me incomoda, estou só com os meus pensamentos. Olho pela janela e vejo o dia, pouco a pouco, despertar. Neste momento tudo parece possível. Tudo pode acontecer.
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19 de maio de 2010
Em dia não
Há dias em que acordo sem coragem para nada. Arrasto-me ao longo do dia, de casa para o trabalho para casa novamente, até à hora de dormir, como um zombie que não responde ao que se passa à volta. Ando adormecida, entorpecida, dormente. Não consigo fazer nada, nem dar resposta às perguntas que me fazem, nem pensar, nem raciocinar, nem… Preciso de parar, ficar só, vegetar um bocadinho, só um bocadinho, em frente ao ecrã do computador, no sofá, na cama, em qualquer sítio menos aqui. Preciso de sair daqui. Depressa.
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11 de maio de 2010
Preciso do teu abraço
Abraça-me. Como da primeira vez, como se fosse a última vez.
Aperta-me com força, tira-me o fôlego, não me deixes respirar.
Preciso do teu abraço. Gosto do teu abraço. De me aninhar nos teus braços. De sentir o teu corpo junto ao meu. O teu coração a bater em sintonia com o meu. A tua respiração no meu ouvido.
Não fales, não digas nada, não faças nada.
Abraça-me, só.
Aperta-me com força, tira-me o fôlego, não me deixes respirar.
Preciso do teu abraço. Gosto do teu abraço. De me aninhar nos teus braços. De sentir o teu corpo junto ao meu. O teu coração a bater em sintonia com o meu. A tua respiração no meu ouvido.
Não fales, não digas nada, não faças nada.
Abraça-me, só.
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6 de maio de 2010
Há dias assim
A paciência não é uma das minhas virtudes. Nunca foi e com a idade tem ficado pior. Nunca gostei de esperar por ninguém nem de ter de me explicar duas, três, quatro vezes até que a outra pessoa perceba. Por isso mesmo, nunca coloquei sequer a hipótese de ser professora “quando fosse grande”. Só a ideia de aturar um bando de adolescentes com as hormonas aos saltos e a capacidade de concentração de um peixe deixa-me logo os nervos em franja.
Mas há uns dias piores do que outros. Dias em que não tenho paciência para nada nem para ninguém. Não quero que me falem, que me dirijam palavra, não quero sequer ouvir as pessoas a falarem entre si. Quero que me deixem sozinha. Não me venham interromper os pensamentos, os devaneios e as telenovelas que se desenrolam só na minha cabeça. Não me convidem para tomar um café, para almoçar ou para passear. Deixem-me. Não vos quero ver. E já nem vos posso ouvir!
Há dias assim, um bocadinho deprimentes. Sem motivo. Sem razão nenhuma. Apenas porque acordei assim. Apenas porque está de chuva, ou o sol não brilha, ou… Apenas porque sim.
Amanhã será outro dia.
Mas há uns dias piores do que outros. Dias em que não tenho paciência para nada nem para ninguém. Não quero que me falem, que me dirijam palavra, não quero sequer ouvir as pessoas a falarem entre si. Quero que me deixem sozinha. Não me venham interromper os pensamentos, os devaneios e as telenovelas que se desenrolam só na minha cabeça. Não me convidem para tomar um café, para almoçar ou para passear. Deixem-me. Não vos quero ver. E já nem vos posso ouvir!
Há dias assim, um bocadinho deprimentes. Sem motivo. Sem razão nenhuma. Apenas porque acordei assim. Apenas porque está de chuva, ou o sol não brilha, ou… Apenas porque sim.
Amanhã será outro dia.
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