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12 de outubro de 2010

Imagens de Outono





Afinal, nem tudo é mau por aqui...

29 de setembro de 2010

Please mind the gap between the island and the continent

Impressões de uns dias em Londres

Big Ben e Houses of Parliament

1. Londres está em obras. Ruas, estradas, estações de metro, linhas de metro, edifícios, monumentos... para qualquer lado que se olhe só se vêem guindastes.
 
2. Não fui feita para andar a pé. Também é verdade que fazer Oxford Street e Regent Street duas vezes para cada lado, logo na primeira tarde, não ajuda.

3. Não fui feita para andar ao frio e à chuva.

4. Também há ingleses simpáticos.

5. É impossível ir a Londres e não apanhar, pelo menos, um dia de chuva. Mas também apanhei sol.

6. Os ingleses também se atrasam.

7. É-me impossível ir a Londres e não vir carregada de livros novos. Não sei o que fizeram à Borders de Oxford Street (deve estar perdida nos escombros das obras), mas vinguei-me na Waterstones de Piccadilly.

 London Eye

8. O gingerbread latte do Costa Coffee deve ser uma das melhores invenções dos últimos tempos. E acompanhado por um rocky road cupcake... De-li-ci-ous!

9. Ando quilómetros debaixo de terra para andar meia-dúzia de metros ao ar livre.

10. É impossível ir ao estrangeiro e não encontrar portugueses (e brasileiros e franceses e espanhóis e italianos, também).

11. Em todos os hotéis do mundo há, pelo menos, um empregado português.

12. É-me impossível ir a Londres sem ter de passar por uma Boots, nem que seja para comprar uma embalagem de pensos rápidos.

13. Continuo sem saber de que lado vêm os carros, mesmo com as indicações escritas em letras bem grandes no passeio. Ainda assim, consigo evitar ser atropelada.

14. Andar de metro ao Sábado à noite é melhor do que ir ao circo.

15. Londres continua a ser uma das minhas cidades preferidas - logo a seguir a Lisboa.

... e não me importava nada de lá viver.

 Piccadilly Circus

6 de setembro de 2010

Flower Blog IX



5 de setembro de 2010

Flower Blog VIII





4 de setembro de 2010

23 de agosto de 2010

Dia de férias ferpeito

Passear de manhã numa praia quase deserta.



Passar a tarde à beira da piscina, à sombra das palmeiras, com um bom livro.


Ler, nadar, apanhar sol, descansar. Era capaz de me habituar a esta vida...

18 de julho de 2010

Sair da rotina


 Sentada à secretária, deu por si a pensar que não gostava da vida que tinha. Não gostava do emprego, do que fazia, do sítio onde morava, de ainda viver com os pais quase aos 30 anos. Sentia-se presa e acomodada naquela rotina de onde ainda não tinha tido coragem para sair. Levantava-se todos os dias à mesma hora, saía de casa, entrava no carro, fazia os 50km de auto-estrada até chegar ao emprego, entrava e sentava-se atrás da secretária. Falava com os colegas apenas o indispensável, pois não gostava deles - e parecia-lhe que eles também não gostavam dela. Até com o patrão falava apenas quando não podia deixar de ser. Afinal, aquele era um emprego provisório, enquanto não arranjava outro mais de acordo com as suas capacidades e habilitações. Não tinha andado a estudar tantos anos para acabar como assistente de um tipo que não tinha sequer o ensino secundário completo.

Ao fim do dia, voltava a entrar no carro e a fazer os mesmos 50Km de auto-estrada até chegar a casa. Cansada, sem vontade de estar com ninguém, ainda assim arranjava forças para conversar com os pais durante o jantar, antes de sair com o namorado. O namorado, de quem também não sabia se gostava. Ou antes, gostava dele, não sabia se gostava de estar com ele, o que são coisas bem distintas. Ele parecia gostar realmente dela, fazia de tudo para a ver feliz. Mas ela não se sentia feliz. Ele trabalhava e estudava ao mesmo tempo, mas a ela parecia-lhe que ele não se esforçava por terminar o curso, embora se queixasse constantemente do emprego que tinha. Um falso ambicioso, sem vontade de fazer fosse o que fosse por mudar a situação, era assim que ela o via. E a certa altura começou a arranjar desculpas para se verem cada vez com menos frequência

Naquele dia, sentada à secretária, decidiu que tinha de fazer alguma coisa para mudar a sua vida. Levantou-se, entrou no gabinete do patrão e despediu-se. Sentiu um alívio, como se lhe tirassem um peso de cima dos ombros. Saiu sem olhar para trás, entrou no carro e ligou ao namorado. Disse-lhe que queria acabar tudo, não por não gostar dele, mas porque às vezes não basta gostar. Sentiu-se ainda mais aliviada. 

E agora sem emprego, sem namorado, sem saber o que iria ser a sua vida, estava finalmente livre. E feliz.

15 de julho de 2010

Queria estar aqui


Ou noutro sítio parecido. Felizmente, já não falta muito.

12 de julho de 2010

O Fim?

 
Saiu de manhã, sem destino. Fez-se à estrada sem saber onde ia. Contentou-se em seguir o caminho que a vontade lhe ia ditando. Deu por si numa praia, afinal o caminho era o que tantas vezes tinha feito. Inconscientemente, tinha seguido a estrada que lhe era mais familiar, como se fosse o carro que conhecesse o caminho e ela apenas se limitasse a girar o volante, acelerar e travar, ao sabor da vontade da máquina. No parque de estacionamento deserto, na falésia em frente à praia que tão bem conhecia, parou. Deixou-se ficar dentro do carro, cruzou os braços no volante e pousou o queixo nas mãos. Ficou assim, a olhar o mar, as ondas que rebentavam nas rochas, as gaivotas que revolteavam no céu, por entre as lágrimas que lhe escorriam pelo rosto. E pensou em tudo o que lhe acontecera e a trouxera até àquele momento. Como pudera ter sido tão ingénua? Como pudera ter ido contra todos os seus instintos? Se desde o início sabia, tinha a certeza no seu íntimo, que dali nada de bom poderia vir. E ainda assim deixara-se levar pelo coração, ignorando a razão, os amigos, a família. Acreditara, quisera acreditar, que todos estavam errados, que tudo iria correr bem. Acabara por se afastar de todos por não conseguirem vê-lo como ela o via. Agora que tudo acabara, estava só. Não tinha com quem falar, em quem confiar, nem sabia se conseguiria voltar a confiar em alguém. Sentia-se num beco sem saída, sem saber para onde se virar, sem qualquer objectivo na vida e, principalmente, sem coragem para voltar atrás e procurar ajuda. Deixara de ter uma razão para viver. E decidiu, ainda que não tivesse essa ideia quando saíra de casa umas horas antes, que o seu sofrimento acabava ali, naquele momento. Ligou o carro, olhou uma última vez o mar, as ondas, as rochas e as gaivotas...

3 de julho de 2010

Flower Blog VII



30 de junho de 2010

Flower Blog VI



Assim acabam os dias nas férias



29 de junho de 2010

Simplesmente perfeita

17 de junho de 2010

Flower Blog V



6 de junho de 2010

Flower Blog IV




Nota-se muito que adoro flores?

4 de junho de 2010

Já vejo uma luz ao fundo do túnel

Finalmente é fim-de-semana!

2 de junho de 2010

Num recanto da cidade

Ainda se consegue encontrar uma réstia da natureza.

30 de maio de 2010

Naturalmente...

... belo e majestoso. Sem artifícios nem fingimentos. Se ao menos as pessoas conseguissem ser assim...


27 de maio de 2010

Passeio de domingo



25 de maio de 2010

Frágil, mas resistente